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Oi firma parceria com centros de pesquisa no Brasil

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009 comentários
Operadora firma convênios com CPqD, PUC-Rio, Certi e CESAR para execução de projetos ligados à inovação.

A Oi fechou parceria com quatro dos principais centros de referência do Brasil para o desenvolvimento de projetos ligados à inovação. São eles o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD – Campinas/SP), Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi - Florianópolis/SC), e Instituto Gênesis, unidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

O objetivo é promover o desenvolvimento tecnológico da indústria nacional de bens e serviços de comunicação, informação e entretenimento. Estruturadas por meio da área de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, as parcerias devem estimular projetos nas diversas áreas de interesse da Oi. Os primeiros são nas áreas de m-payment, internet, distribuição de TV e tecnologia da informação.

De acordo com a operadora, a escolha das instituições considerou critérios como sinergia com o setor de telecom e tecnologia da informação, histórico e porte das instituições, que devem possuir experiências concretas e bem-sucedidas em parcerias com empresas de prestação de serviços, além de competências nas áreas de interesse da Oi.

Além dos acordos firmados com instituições e centros de tecnologia, a Oi pretende ampliar seus projetos em parceria com empresas nacionais e fornecerá capacidade de transmissão em fibras óticas para uso da Rede Nacional de Pesquisas (RNP).

FONTE: Computerworld.
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BNDES aprova financiamento de R$ 4,4 bilhões para a Oi

quarta-feira, 18 de novembro de 2009 comentários
Recursos serão destinados para os investimentos da operadora deste ano até 2011

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 4,4 bilhões para o grupo Oi, conforme comunicado divulgado pelo banco. Os recursos serão destinados aos planos de investimentos do período 2009/2011 e envolverão as quatro empresas do grupo, Brasil Telecom (BrT) Fixa e Brasil Telecom Móvel, Oi Fixa e Oi Móvel.

De acordo com o banco, o grupo investirá R$ 12,3 bilhões até 2011 na ampliação da base de clientes por meio de expansão e melhoria da qualidade da rede e intensificação do uso da rede, principalmente a partir da convergência dos serviços prestados; e atendimento às obrigações das concessionárias definidas pela Anatel.

Ainda conforme o comunicado, as principais metas das concessionárias de telefonia fixa são implantação de infraestrutura da rede para conexão em banda larga em mais de 3 mil municípios até 2010 e instalação da conexão de banda larga em todas as cerca de 28 mil escolas públicas urbanas do país.

"Além disso, as empresas investirão na ampliação da convergência entre suas redes e na melhoria dos serviços integrados de TV por assinatura, telefonia fixa, móvel e banda larga", afirmou o BNDES. Parte dos recursos será destinada, ainda, para a expansão de capacidade da rede, a partir da entrada da Oi Móvel em São Paulo, do aumento da base de clientes de dados e banda larga e em modernização, a fim de melhorar a qualidade do atendimento.

FONT: TELECOMONLINE
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Oi emite debêntures no valor de até R$ 3 bilhões

sexta-feira, 13 de novembro de 2009 comentários
O conselho de administração e o conselho fiscal da Telemar Norte Leste aprovaram nesta quinta, 12, a emissão de debêntures simples no valor de até R$ 3 bilhões. Os recursos serão utilizados para financiar dívidas que vencem no último trimestre de 2009 e no ano que vem. A emissão será conduzida pelos bancos BTG Pactual e Santander.

As debêntures não-conversíveis em ações terão valor nominal unitário de R$ 10 mil, na data de emissão. Serão emitidas até 300 mil debêntures, em duas séries, sob a forma nominativa, escritural, sem emissão de cautelas ou certificados. A primeira série será remunerada com juros semestrais e principal no vencimento; e a segunda série, com juros anuais e principal no vencimento

FONTE: Teletime
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Após 1 ano, Oi detém 12% dos celulares em SP

quinta-feira, 5 de novembro de 2009 comentários
Um ano após iniciar suas operações de telefonia móvel no Estado de São Paulo, a Oi segue atrás de Vivo, TIM e Claro em participação de mercado no maior Estado do país.

Na capital paulista, mercado mais competitivo e com a presença de um quinto player – a operadora Aeoiu – a Oi termina seu primeiro ano com 12% de market share.
 
A telecom não divulgou sua participação no interior do Estado, onde explora serviços em 280 municípios.

Ao todo, a telecom detém 4,5 milhões de clientes em São Paulo. Entre as estratégias da operadora para atrair clientes está o incentivo ao desbloqueio de celulares e a distribuição de chips com créditos
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Oi fecha trimestre com lucro de R$ 64 milhões

sexta-feira, 23 de outubro de 2009 comentários
Desempenho da operadora de telefonia no período aponta melhora em relação ao prejuízo de R$ 146 milhões do segundo trimestre do ano.

Depois de um prejuízo de 146 milhões de reais no segundo trimestre do ano, a operadora Oi se recuperou e alcançou lucro líquido consolidado de 64 milhões de reais no terceiro trimestre.

A área móvel contribuiu para o desempenho, com a conquista de 886 mil clientes no período e 7,7 milhões deste setembro de 20008. O total de clientes da empresa ultrapassou a marca de 60,5 milhões no terceiro trimestre, contabilizando a telefonia fixa e móvel.

A receita bruta consolidada foi de 11,6 bilhões, o que representa índice 3,7% superior ao do segundo trimestre e e 3,6% no terceiro trimestre de 2008. O EBTDA (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de recorrente foi de 2,65 bilhões.

Investimentos

A companhia pretende destinar 600 milhões de reais até o final do ano na área de telefonia móvel, depois de investir 1,3 bilhão no treceiro trimestre deste ano. Desse montante, 54% foram para a telefonia fixa, com foco em banda larga, e 46% para a área de celulares.

A integração da companhia com a Brasil Telecom ocorreu no início deste ano. Segundo Alex Zornig, diretor de finanças e relações com investidores da Oi, está 70% concluída - os 30% restantes serão concluídos em 2010.

FONTE: Computerworld
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Oi lança ultra banda larga em mais dez capitais até o fim do ano

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A Oi pretende oferecer o serviço Velox Ultra – cujas velocidades podem chegar a 100 Mbps - em mais 10 capitais, todas elas na região da antiga Brasil Telecom onde a GVT também oferece a chamada ultra banda larga. O serviço foi lançado no mês passado em Recife (PE) e depois foi levado a Londrina (PR) e Maringá (PR). A banda larga é uma das prioridades da companhia e consumirá investimentos superiores a R$ 1 bilhão neste ano. O investimento total para o ano está orçado entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões, dos quais já foram gastos R$ 3,2 bilhões. "Estamos aumentando a capacidade do backbone para que possamos oferecer velocidades altas na região da antiga Brasil Telecom", afirma Alex Zornig, diretor de finanças e de relações com investidores da Oi. A Oi leva a fibra óptica até as centrais telefônicas, arquitetura conhecida como FTTN (Fiber to The Node).

A outra prioridade da companhia é a telefonia móvel, negócio em que a Oi deverá investir cerca de R$ 600 milhões até o fim do ano. "Verificamos que em algumas cidades de Minas Gerais e do Sul do país, por exemplo, o acesso está meio estrangulado", diz Zornig. O executivo explica que a Oi está priorizando o aumento da capacidade nas cidades onde tem presença do que a expansão para novas praças.

DTH

Outro negócio que deverá conhecer uma forte expansão em 2010 é o de TV por assinatura. A Oi pretende lançar sua operação de DTH em todos os estados da federação no ano que vem exceto São Paulo. O executivo explica que o principal objetivo do serviço de DTH é poder oferecer bundle (pacote de serviços), o que não é possível em São Paulo onde a operadora só atua na telefonia móvel. Para levar o serviço para o todo o Brasil, não seria necessários grandes investimentos em Capex, uma vez que o satélite já cobre o Brasil inteiro. Zornig diz que há um investimento pequeno em Capex – referente à compra dos setop boxes. Os próximos estados que contarão com o serviço de DTH da operadora serão Rio Grande do Sul e Paraná.

Corporativo

A Oi pretende também dar um foco maior no seguimento corporativo a partir do ano que vem, aproveitando o cabo submarino oriundo da antiga Brasil Telecom. Alex Zornig, entretanto, afirma que a participação do serviço na receita total não deverá ser grande. "Vou dar um chutão. Entre trinta e tantos bilhões de receita por ano, uns dois bilhões vai ser do mercado corporativo".

FONTE: Teletime
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Oi lança a marca para serviços de telefonia fixa na região II

quarta-feira, 21 de outubro de 2009 comentários
Com o intuito de reforçar sua presença na área de atuação da antiga Brasil Telecom, a Oi está lançando, nos 10 estados da região II, planos de telefonia fixa, banda larga e banda larga móvel. A ação faz parte de um plano estratégico da operadora de investir cerca de R$ 1 bilhão na expansão da cobertura e lançamento de serviços na região legada da Brasil Telecom, que abrange o Distrito Federal e os estados de Tocantins, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Novidades

Uma das principais novidades para a região, segundo a operadora, é a promoção de 14 anos de ligações gratuitas de Oi para Oi para os clientes que adquirirem os serviços de telefonia fixa. A gratuidade é válida somente nos finais de semana e em horários reduzidos nos dias úteis. A operadora também oferecerá degustação gratuita de seu serviço de banda larga movel (Velox 3G) por dois meses e mensalidades do serviços 3G a partir de R$ 49, com ligações locais ilimitadas entre fixos da Oi. O cliente também receberá créditos de até R$ 135 para compra de minimodem. Além disso, o fim da multa por rescisão contratual, que já valia para a telefonia móvel, também será estendida para a telefonia fixa e a banda larga nesses estados.



FONTE: Teletime
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Oi quer parceria público-privada para plano de banda larga

quinta-feira, 15 de outubro de 2009 comentários

Segundo Falco, proposta das teles contém reivindicações como desoneração tributária e novas outorgas
A proposta das teles ao plano nacional de banda larga deve conter um conjunto de reivindicações há tempos conhecidas do setor, como desoneração tributária, novas outorgas para serviços, novas licenças de serviço móvel e facilitação para instalação de infraestrutura de redes. “Cabe ao governo estimular o investimento”, justifica o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco. Segundo ele, esse conjunto de ações, mais os backbones público e privados, tornam factíveis um plano nacional de banda larga.
Na avaliação do executivo, ainda falta uma série de definições sobre o plano, mas qualquer que seja o modelo deve ser baseado em parceria público-privada. “Existe uma série de exemplos ao redor do mundo que comprovam isso”, disse ele, em apresentação no Futurecom na manhã desta quinta-feira, 15.
Falco mostrou-se favorável ao uso de infraestrutura pública para compor o plano nacional de banda larga, desde que ela venha somar à rede privada, e não competir com ela. “Se as condições forem comparáveis a gente até compete, mas não costuma ser assim”, disse ele, citando o exemplo do Serpro, que prestou serviço de conectividade por anos em Brasília sem recolher impostos. Quanto ao investimento público no futuro plano de banda larga, Falco é categórico: “O governo tem coisas mais nobres para colocar energia e investimentos”, disse ele.
FONTE: telecomonline
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Com um ano de atividade em São Paulo, Oi chega a 5 milhões de assinantes

quarta-feira, 14 de outubro de 2009 comentários

Otávio Azevedo, da AG Telecom, diz que operadora consegue rentabilidade com público de baixa renda
Otávio Marques Azevedo, presidente da AG Telecom, sócia da Oi, disse que a operadora consegue trabalhar com rentabilidade atendendo a um público de baixa renda. Ele reforçou que a empresa mantém sua estratégia agressiva de mercado e cita como exemplo a conquista de 5 milhões de clientes no mercado paulista. " É provavél que esse número chegue a 5,5 milhões até o final do mês, quando completamos um ano de oferta de telefonia móvel em São Paulo", ressaltou. Ele disse que a estratégia da empresa é de investir pesado e crescer na banda larga, onde enxerga grandes oportunidades de mercado.
"Temos 23 milhões de clientes fixos e uma base de 4 milhões de assinantes banda larga. Então há muito o que crescer", ressaltou o executivo. Segundo ele, o sucesso da telefonia móvel poderá se repetir também nessa área. Na modelagem da telefonia móvel para a classe de renda mais baixa, Azevedo lembrou que não estão previstos subsídios de terminais para os clientes pré-pagos, o que ajuda na conta final da receita por assinante.
Otimista em relação ao desempenho da Oi, o presidente da AG Telecom lembrou que a empresa alcançou bons resultados também no mercado de TV por assinatura ao oferecer o serviço de DTH (Direct to Home) no Rio de Janeiro. "Pela primeira vez ficou claro que esse mercado não crescia por conta de preços finais ao consumidor", comentou. Os pacotes iniciais em oferta são de R$ 29,90 para clientes da Oi e R$ 39,90 para os demais clientes.
Ao participar do painel sobre o cenário brasileiros das comunicações, Azevedo aproveitou para criticar o fato da Oi ser proibida de oferecer TV por assinatura em cima de sua rede. "Fomos proibidos de fazer o que seria natural", observou. Ele acredita que a questão possa ser solucionada via Congresso Nacional, onde tramita o PL 29.
Ele ressaltou que o setor de telecomunicações não é de resultados brilhantes, "com lucro que representam um trimestre de qualquer banco nacional, mas de "exigências brilhantes", tanto do ponto de vista do consumidor quanto de regulação via Anatel.
GVT
Para o executivo, a estratégia da Oi não será alterada a partir da oferta pública feita pela Telefônica para a compra da GVT. "A competição com uma empresa desregulada, sem obrigações, é sempre mais difícil", salientou. Ele considera que a concorrente tem mostrado um bom modelo de negócios, com abordagens diferentes e inovações. ´"Sem dúvida a musculatura que a Telefônica dará à empresa tem um peso. Mas não muda nada em relação à Oi e Brasil Telecom que, hoje, estão totalmente integradas" pontuou.
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Fornecedores estão apreensivos com "novo aperto" da Oi

sexta-feira, 2 de outubro de 2009 comentários
Fornecedores de equipamentos de telecomunicações europeus estão atentos aos impactos que um eventual aperto da Oi sobre os contratos atuais possa representar para seus resultados no Brasil. Na semana passada, a apresentação do planejamento estratégico da Oi aos acionistas trouxe a indicação de que será um ano de contenção de despesas, e que parte dos investimentos será bancada, preferencialmente, por financiamentos dos fornecedores. Segundo apurou este noticiário, há alguns anos que as operadoras (não só a Oi) estão buscando melhorar seus resultados em cima dos fornecedores, seja através de renegociação de contratos, seja por meio de exigências de financiamento. Segundo relatos ouvidos por esse noticiário, mesmo durante a crise dos últimos meses operadoras como a Oi tiveram acesso a captações no exterior em que contaram com forte apoio dos fornecedores, pelo menos no esforço de recomendar e abrir portas. "O mercado brasileiro já está muito apertado, é quase um monopsônio. Apertar mais seria impraticável", diz um fornecedor, referindo-se à crescente concentração, sobretudo na telefonia fixa. Um grande receio dos fornecedores, nesse momento, é que o BNDES passe a pressionar a Oi a exigir a produção local, o que seria, segundo os fornecedores, inviável dada a instabilidade da demanda no Brasil.

Curiosamente, a Huawei anunciou nesta segunda, 28, a ampliação em US$ 30 bilhões da linha de crédito a operadores junto ao China Development Bank (CDB), como forma de auxiliar a fornecedora em sua expansão internacional. Linhas anteriores já vinham sendo utilizadas pela fabricante chinesa para ganhar contratos importantes, inclusive com a Oi.
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Paulo Matos assume a diretoria de regulamentação da Oi

segunda-feira, 28 de setembro de 2009 comentários
Ex-chefe do gabinete do BNDES ocupa a vaga deixada por Alain Riviere

O advogado Paulo Matos assume esta semana o cargo de diretor de regulamentação da Oi. Ex-chefe de gabinete do BNDES (Banco do Desenvolvimento Econômico, o executivo ocupa o cargo deixado por Alain Riviere, que se desligou do staff da operadora no mês passado.

Matos, enquanto esteve no BNDES, acompanhou de perto a transação que resultou na compra da Brasil Telecom pela Oi. Ele foi um dos defensores da transação, em nome do banco, durante audiências públicas e sessões de esclarecimento no CADE (Conselho Administrativo de Direito Econômico). O BNDES é um dos acionistas da Oi.
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Estratégia da Oi para 2010 tem a Net como preocupação

sábado, 26 de setembro de 2009 comentários
Os acionistas da Oi tiveram nesta quinta, 24, a primeira reunião completa (com a presença de todos os sócios, incluindo os fundos de pensão) para discutir o planejamento estratégico da companhia para 2010. Foi uma reunião formal, segundo relatos dos participantes, mas em que algumas arestas foram aparadas e as questões de governança que eram dúvida foram esclarecidas. Ao final, todos saíram com a sensação de que a empresa está dando os passos corretos.

A reunião girou em cima da apresentação feita pela McKinsey sobre o diagnóstico do mercado e os próximos desafios que a empresa deve enfrentar. Algumas questões ficaram mais claras para os acionistas. Primeiro, não há preocupação especial com o endividamento, que é volumoso (cerca de R$ 25 bilhôes) e ainda pode crescer, mas está dentro dos índices considerados razoáveis. Na avaliação da empresa, as condições de contratação dessa dívida, apesar de ainda piores do que as condições do período pré-crise, estariam melhorando aos poucos e a empresa terá condições de trocar o endividamento por outros em melhores termos mais adiante.

Para o ano de 2010, não há perspectiva de expansão internacional. O foco será a conclusão do processo de fusão com a Brasil telecom, a defesa do mercado atual e a expansão do mercado interno. A principal ameaça, segundo o estudo da McKinsey, tem nome e sobrenome: Net Serviços. É a operadora de cabo que está tomando a maior parte do mercado de banda larga e de telefonia das concessionárias fixas, e a Oi sofre, naturalmente, com essa agressividade. Daí a ênfase que deve ser dada na oferta do serviço de DTH, avaliado como um sucesso absoluto até aqui, chegando a mais de 50 mil assinantes.

A GVT também já aparece como um ofensor, mas em menor escala, e mesmo com a entrada de um eventual novo acionista (a Vivendi), a leitura da Oi é de que esse será um problema muito maior para as empresas de comunicação do que para as teles.

Está claro que os investimentos na rede móvel devem ser mantidos, assim como a expansão em São Paulo. E que boa parte desse investimento deverá vir dos próprios fornecedores, assim como a expansão da rede banda larga.



FONTE: http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=150104
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