Achei legal, interessante e novo.

IEEE approves next generation WiMAX standard, invites you to meet 802.16m

sexta-feira, 1 de abril de 2011 comentários
It's a term (and a technology) that has been bandied about for around four years now, but after waiting far too long for the next next best thing, the Institute of Electrical and Electronics Engineers has just given its oh-so-coveted stamp of approval to 802.16m. For those unfamiliar with such a term, that's the standard for next generation WiMAX, which may end up being capable of handling downstream rates of over 300Mbps. 'Course, those that were around during CEATEC last year know that Samsung already hit that in testing, but we're starting to feel as if that 1Gbps theoretical maximum that we were teased with in 2007 (and again last year) won't ever breach reality. It's tough to say what this approval means on the consumer front -- over the past four years, a tremendous amount of carriers have switched their allegiance to LTE, and even if WiMAX 2.0 finds itself ready for public consumption in the near future, it'll take a serious operator commitment before you'll ever enjoy the spoils. So Sprint, you feeling froggy?


Fonte:http://www.engadget.com/ By Darren Murph  posted Apr 1st 2011 11:46AM
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Frequência WiMax é liberada para operadoras móveis

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010 comentários

Anatel muda regulamento da radiofrequência de 3,5 GHz para entrada das prestadoras de celular. Ainda não há data para realização do leilão, previsto para acontecer até final de 2010.
As operadoras de celular poderão prover serviços pelas redes WiMax, usando a faixa de 3,5 GHz. Para isso, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mudou o regulamento da radiofrequência, autorizando sua exploração também pelas operadoras do Serviço Móvel Pessoal (SMP). A agência deve preparar um novo edital para licitação da frequência, previsto para ocorrer até o final de 2010.
A destinação dessa faixa para o SMP foi aprovada ontem (2/2) pelo Conselho Diretor da Anatel, que alterou as Condições de Uso da Faixa de Radiofrequências de 3,5 GHz. Pela Resolução 416, de 14 de outubro de 2005, as frequências de 3,4 MHz a 3,6 MHz estavam reservadas somente para a prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado Destinado ao Uso do Público em Geral (STFC) e do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).
Segundo a Anatel, as mudanças entrarão em consulta pública e depois será preparado um novo edital para venda das faixas de frequência. O leilão deverá ocorrer até o final do ano. De acordo com a agência, será necessário preparar um novo plano de negócio para exploração do serviço, já que a realidade atual do mercado está bem diferente de quando o regulamento foi elaborado, em 2005.
Com a alteração do regulamento, a Anatel espera destravar o WiMax no Brasil, com discussões que vêm ocorrendo desde 2006, quando o Ministério das Comunicações e a Anatel iniciaram uma batalha para implementação do serviço.
O leilão da Anatel realizado em 2006 foi questionado pelo Tribunal de Contas e cancelado. De lá para cá, o mercado ficou em compasso de espera pela liberação do serviço, que ainda não se sabe se poderá ser ofertado ainda este ano.
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Anatel muda regulamento para incluir operadoras de celular na tecnologia WiMAX

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RIO - O Conselhor Diretor da Anatel liberou para as operadoras de telefonia móvel a faixa de frequências de 3,5 GHz, correspondente à prestação de serviços WiMAX. A previsão é que a licitação da frequência se realize até o final do ano.

O objetivo da mudança é encorajar a adoção da tecnologia WiMAX no Brasil, que desde 2006 permanece com várias pendências, em especial pela batalha travada entre a Anatel e o Ministério das Comunicações pela implementação do serviço. A consequência desse embate foi o cancelamento do primeiro leilão conduzido pela Anatel naquele ano pelo Tribunal de Contas, deixando o mercado congelado à espera de uma decisão quanto à liberação do serviço.

Segundo o site "Computerworld", a Resolução 416 de 14 de outubro de 2005 reservava as frequências na faixa de 3,4 MHz a 3,6 MHz somente para a prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), destinado ao público em geral, e do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). Com a mudança no regulamento, a faixa específica de 3,5 GHz poderá ser usada também para fornecimento de Serviço Móvel Pessoal (SMP).

Antes da preparação do edital para venda das faixas de freqüência, as mudanças entrarão em consulta pública. No entanto, em função das mudanças ocorridas no mercado desde 2005, quando foi elaborada a primeira versão do regulamento, será necessário elaborar um novo "business plan" para exploração do serviço.

No panorama mundial, já existem 519 redes WiMAX em operação em 146 países, incluindo 95 redes implementadas por operadores móveis 2G. A aceleração da adoção da tecnologia fica patente pelo fato de que 112 das 519 implementações da tecnologia se deram só em 2009.

As redes WiMAX de maior sucesso no mundo são a russa Yota, com 250 mil usuários comerciais ativos e uma taxa de adesão diária de mais de 2,3 mil assinantes. Em 2010, a Yota espera adicionar um novo sistema telefônico GSM WiMAX Móvel com suporte para a VoIP nas suas redes. Outra história de sucesso é a da Clearwire (EUA, Irlanda, Bélgica, Espanha, Dinamarca e México), que atingiu mais de 500 mil assinantes.

Segundo o mapa mundial de implementações WiMAX, em www.wimaxmaps.org, a tecnologia no Brasil já está presente nos estados de RJ, SP, MG e GO, pelas empresas WKVE, Brasil Telecom, Telmex, TVA, Embratel, ACOM, Telesp, Neovia e Grupo Sinos.

FONTE: O Globo
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WiMAX e desenvolvimento econômico no Brasil

terça-feira, 24 de novembro de 2009 comentários
A massificação da internet permitiu o surgimento e o florescimento de empresas de diferentes segmentos e tamanhos, que se beneficiam da rede mundial de computadores para transformar milhões de internautas em potenciais consumidores. Livres das amarras dos intrincados esquemas de estoques e distribuição das grandes cadeias varejistas, o comércio eletrônico não depende mais de grandes sucessos de vendas para sobreviver e pode apostar no mercado de nicho.

A banda larga não oferece apenas a possibilidade de um comércio eletrônico variado. Estudos realizados pelo Instituto Connected Nations, do estado de Kentucky nos Estados Unidos, mostraram que um incremento em 7% no acesso à internet banda larga pode gerar 250 mil novos empregos ... É a tecnologia funcionando como um impulsionador da economia e melhoria de vida.

O Brasil, no entanto, está longe de aproveitar todos os benefícios proporcionados pela difusão da internet e, mais recentemente, pela banda larga. Mais de 90% das empresas existentes no território nacional são pequenos e médios empreendimentos cujo alcance, na maioria das vezes, não é superior ao seu raio de atuação local, não havendo qualquer interação com consumidores virtuais. Podemos dizer que alguns dos principais entraves para isso são dimensões continentais do Brasil, as quais, aliadas à falta de investimento consistente em tecnologia, fazem com que a nossa taxa de penetração da banda larga não chegue a 6%. Em algumas regiões do país, como o Nordeste, esse índice não ultrapassa 1%.

Como obter a solução para esse problema de uma forma simples, barata e escalonável? Não é possível pensarmos em cabos conectando cidades e vilarejos distantes. E é nesse ponto que entra o WiMAX. Criada desde o princípio para a transmissão de dados, esta tecnologia permite o fornecimento de serviços de banda larga sem fio a qualquer momento, em qualquer lugar. O padrão IEEE 802.16 foi desenvolvido para fornecer conectividade non-line-of-sight (NLoS) entre uma estação assinante e uma estação base em um raio típico de celulares, o qual varia entre três e dez quilômetros.

Por tratar-se de uma tecnologia não proprietária, ela também permite a chegada de banda larga até mesmo aos mais distantes rincões do país, por meio de um acesso rápido e barato, sem os altos custos de infraestrutura dos cabos. Atualmente existem mais de 480 implementações em todo o mundo, conectando milhões de pessoas em diversos países, desde os Estados Unidos até a Índia e o continente africano.

Além da tecnologia, que já está consolidada e provada como um meio econômico e efetivo de conexão, também temos uma ampla cadeia de produção de equipamentos e operadoras prontas para oferecerem seus serviços e produtos ao mercado nacional. O grande diferencial do WiMAX é a interoperabilidade dos equipamentos, resultando em uma grande economia de escala e assegurando que, quando os provedores de serviços comprarem equipamentos de mais de uma empresa, as tecnologias serão interoperáveis.

Esbarramos, entretanto, na falta de espectro eletromagnético para que o país dê continuidade ao acesso amplo à banda larga. Em 2002, houve o leilão da faixa de 3,5 GHZ, mas apenas 14% do total dessa faixa foi comercializada, sendo adquirida por cinco operadoras. Um estudo realizado pela consultoria especializada em telecomunicações Guerreiro Consult demonstrou que a liberação imediata do espectro restante traria benefícios econômico-sociais para o país da ordem de R$ 3,8 bilhões.

O país não pode mais esperar, não pode perder o bonde da história. É preciso ter espectro disponível e a indústria alinhada para prover serviços de conexão, com liberdade de escolha de tecnologia, seja ele na faixa de 2,5 GHZ ou 3,5 GHZ.

FONTE: Telecomonlone
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Pesquisadores chamam atenção para esgotamento do modelo atual

terça-feira, 17 de novembro de 2009 comentários
Durante o seminário Banda Larga 2009, realizado nesta segunda, 16, em Brasília, pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da presidência da República, alguns alertas importantes foram feitos por pesquisadores da área de políticas públicas que estudam o setor de telecomunicções. Para o professor Murilo Cesar Ramos, da Universidade de Brasília, o exito financeiro dos leilões da Telebrás transformaram o Fust em um tesouro tão rico que se tornou impossível de ser gasto, e essa é uma das razões para o sucesso apenas parcial do modelo de universalização projetado inicialmente. "É um recurso essencial par o equilíbrio das contas públicas".

Mas o professor Murilo Ramos chamou a atenção para um fator ainda mais estratégico: o que acontecerá com o serviço de Telefonia Fixa Comutada a partir dos números atuais? "Há dimensões de curto prazo, de médio e longo prazo. Por exemplo, a data de 2025 já está mais próxima. O Estado vai retomar as outorgas dos atuais concessionários para eventuais novas licitações. Se em 98 o Brasil licitou para os interesses privados o Cadillac em bom estado, ou um utilitário SUV, corre o risco agora de receber de volta uma Kombi ultrapassada. Em pouco mais de 10 anos, testemunharemos o fim dos serviços públicos de telecomunicações, tal qual já se vê na Europa.

Para Ramos, é fundamental que a SAE, incumbida de pensar em longo prazo, ir além do Plano Nacional de Banda Larga, "que nos parece um projeto fundamental e central, mas é fundamental pensar no que será o serviço píblico ainda antes de 2025 e que sucederá o STFC". Para ele, o plano nacionalde banda larga não estará completo se não pensar além da infraestrutura de banda larga. Deverá pensar, por exemplo, em um "serviço de comunicações pessoais, o que está muito perto do serviço móvel pessoal, mas que misture as fronteiras do STFC de 64 kbps, com o SMP e com o SCM, e que amplie as capacidades de banda e mobilidade para ser prestado em regime público".

Já o pesquisador Márcio Iório, da faculdade de direito da Universidade de Brasília e atualmente pesquisador da Universidade da Califórnia, entende que o modelo atual acabou do ponto de vista de inovação no mercado. "O que temos hoje em termos normativos não permite nenhuma inovação. Precisamos de uma política urgente, é insuficiente um decreto presidencial, é preciso de um plano que estabeleça meta de largura de banda e que seja agressivo. É preciso urgentemente ter essa política", ponderou.

FONTE: TELETIME
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WiFi Alliance discute padrões para smart grid

sexta-feira, 13 de novembro de 2009 comentários
A WiFi Alliance anunciou a criação de um grupo de trabalho para estudar a necessidade de realizar adaptações na tecnologia WiFi para adequá-la ao uso em smart grids, as redes elétricas do futuro. A entidade acredita que o WiFi pode servir especialmente para a comunicação de medidores inteligentes e de eletrodomésticos, integrando-se às redes celulares ou de outras tecnologias que fariam o backhaul.

Com a notícia de que o governo norte-americano enxerga a smart grid como uma prioridade e pretende oferecer forte financiamento para a evolução das redes de eletricidade daquele país, abre-se um novo e grande mercado para telecomunicações. Segundo o site Rethink Wireless (www.rethink-wireless.com), operadoras celulares já estão se organizando e formando alianças para tentar garantir que boa parte do tráfego de dados ocorra em suas redes, mas há também muito espaço para WiMAX e WiFi.
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WiMAX: Competidor 4G ou nicho de mercado?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009 comentários
Embora a maioria das operadoras de telefonia móvel que escolheram o 3GPP (WCDMA) ou 3GPP2 CDMA2000 provavelmente irão evoluir para o LTE, o pessoal do mobile WiMAX (fornecedores e operadoras) insistem em que a tecnologia é mais do que um nicho.

Mas, para obter mercados consolidados e que já tem seus caminhos traçados, cada tecnologia necessita ter um sólido sistema de fornecedores, aparelhos e varejistas. Muitos vendedores, que no início se comprometeram em ser exclusivamente WiMAX, estão apostando parte de suas fichas na tecnologia LTE. No mês passado a fabricante de chips WiMAX Sequans anunciou sua intenção de mudar para o negócio de semicondutores LTE. Apesar do mercado ter alguns competidores formidáveis, Sequans acredita que existem alguns mercados onde pode esculpir um posicionamento sólido posição em chips LTE. Inclusive, a companhia disse que irá demonstrar suas soluções LTE primeira no início de 2010.

Da mesma forma, na semana passada, a Cisco anunciou planos de adquirir Starent Networks por US $ 2,9 bilhões. Este negócio foi visto por muitos como uma tentativa da Cisco de fortalecer sua posição em LTE. A Cisco, que é um importante fornecedor para a rede de WiMAX da Clearwire, não tem a mesma representatividade no mercado LTE; enquanto a Starent é um importante fornecedor para a rede LTE Verizon Wireless.

Analistas do mercado WiMAX afirmam que o WiMAX está aqui para ficar. De acordo com o WiMAX Forum, há 502 implementações WiMAX em 141 países, cobrindo cerca de 434 milhões POPs. Estes mesmos analistas também insistem que operadoras de WiMAX têm um modelo de negócios e um ecossistema de dispositivo diferenciado. Clearwire confirmou sua abertura - a empresa permite que todos os dispositivos WiMAX-certified trabalhem em sua rede.

Mas os defensores do LTE, entretanto, dizem que o grande número de operadoras comprometidas com a tecnologia LTE demonstra a força que esta tecnologia terá uma vez consolidada. De acordo com Chris Pearson, presidente da 3G Americas, mais de 100 operadoras se comprometeram a implantar redes LTE em todo o mundo, e este número ainda poderá ser maior se as limitações do espectro forem superadas.
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Telefônica: WiMax pode ser alternativa mais econômica

domingo, 27 de setembro de 2009 comentários
Com tecnologia WiMax de banda larga sem fio, a Telefônica espera colocar na prateleira um serviço mais barato que o Speedy, que trafega na rede ADSL. A concessionária iniciará amanhã, em São Paulo, uma bateria de três meses de testes com 150 clientes residenciais da plataforma WiMax, que funcionará na freqüência de 2,5 gigahertz herdada da operadora de televisão por assinatura TVA. Como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ainda não homologou os equipamentos WiMax que serão testados, fabricados pela Motorola, ainda não há data marcada para o lançamento comercial. Mas o executivo de Desenvolvimento de Novos Negócios da Motorola, José Geraldo Alves de Almeida, disse que "é de se esperar" que a aprovação saia até o fim do ano, "já que não há nenhum entrave regulatório" e o processo tramita há bastante tempo no órgão regulador. Se os testes em São Paulo forem bem sucedidos e a Anatel der aval ao negócio, as vendas de banda larga WiMax podem começar "imediatamente", informou o vice-presidente de Estratégia e Regulação da Telefônica, Maurício Giusti. Para ele, o WiMax abre caminho à venda de internet em alta velocidade pré-paga, o que daria mais flexibilidade de uso a alguns clientes - com preços menores. Além de o investimento inicial em WiMax ser menor que em ADSL e fibra óptica, a tendência é que os computadores venham com esta tecnologia de banda larga sem fio já embarcada. Assim, a operadora fica dispensada de fornecer os dispositivos de acesso aos clientes, podendo repassar a economia ao consumidor. "Pelas características e evolução dos preços, o WiMax promete ser mais barato que o ADSL. Além disso, com o Speedy é mais difícil aplicar o modelo de negócios pré-pago, pois exige um aporte grande na casa do cliente", afirmou. Para o diretor de Desenvolvimento de Negócios para os setores público e corporativo da Intel, Augusto Campos, os testes conduzidos por Telefônica, Motorola e Intel mostram que o intervalo entre lançamento e adoção de tecnologias está se tornando cada vez menor. A empresa é sócia-fundadora do WiMax Forum, que define padrões para esta plataforma, e desenvolve microprocessadores que deixam os computadores prontos para conectar-se à internet via WiMax. O piloto, de acordo com a Telefônica, priorizará uma "velocidade de conforto" ao redor de 2 Mbps, mas a tecnologia permite atingir picos de 7,5 Mbps. O alcance do sinal de cada antena é de 35 Km, podendo chegar a 50 Km. O plano original da Telefônica seria, por meio da licença de MMDS (microondas) obtida após a compra de parte dos ativos da TVA, lançar o WiMax em escala comercial no Rio de Janeiro (RJ). Mas como a homologação dos equipamentos na Anatel ainda não saiu, a concessionária optou por testar a tecnologia na capital paulista, nos bairros de Pinheiros e Jardins, onde a infra-estrutura já instalada torna o trabalho mais fácil e rápido. Num segundo momento, a Telefônica vai testar o WiMax no Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba. "Conforme os resultados dos testes em São Paulo, podemos pular o piloto no Rio e, de cara, partir para o lançamento comercial nesta capital", revelou Giusti. Quando questionado sobre o porquê de a Telefônica fazer os testes do WiMax em bairros paulistanos onde há grande disponibilidade de rede de banda larga, inclusive com uma malha de fibra óptica funcionando nos Jardins, Giusti afirmou que mesmo nestes locais há algumas lacunas de cobertura. Ele explicou que a rede ADSL, quando guarda uma distância considerável entre a central telefônica e a casa do cliente, pode apresentar perda na qualidade do sinal. Além disso, a empresa preferiu testar a nova tecnologia em um ambiente "altamente competitivo". "O WiMax virá para complementar nossa oferta de banda larga", comentou, destacando que a oferta também será estendida ao mercado corporativo, de pequenas a grandes empresas.

FONTE: http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/telefonica-wimax-pode-ser-alternativa-mais-economica-159235.shtml

Relacionadas:
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/102008/23102008-24.shl
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