Startup Launch Marketing | Rocket Watcher: Product Marketing for Startups
OnLive CEO reveals 'entirely new approach' to wireless, credits Rearden for toppling Shannon's Law -- Engadget
IEEE approves next generation WiMAX standard, invites you to meet 802.16m
Fonte:http://www.engadget.com/ By Darren Murph
Huawei Completes a Circuit Switched Fallback Voice Call for LTE Networks
IBM aposta em receita de $16 bi na área de analytics até 2015 - Negócios - COMPUTERWORLD
China tenta exportar tecnologia 4G para África e América Latina
NSN to break with Huawei in TD-LTE
According to the lawsuit, the former employees were working on a micro base station project and passed technical details to Huawei, then setting up their own company, Lemoko. "The complaint is groundless and utterly without merit. Huawei has no relationship with Lemoko, other than a reseller agreement," a spokesman told official news agency, China. "Huawei will vigorously defend itself against baseless allegations."
Telecom Managed Services Are Transforming Carrier Business Models
Network operators are turning to managed services and outsourcing not only to reduce their operating costs but also to transform business models to compete more effectively, a trend that will continue growing, according to a new report from Pyramid Research.
The telecom managed services sector is entering its third phase of development, characterized by a greater focus by operators on how to adapt to the changing dynamics of the industry and position themselves better for future opportunities, notes Elizabeth Bramson-Boudreau, Analyst at Large and author of the report. "Drivers of third-phase outsourcing include network sharing and the emergence of over-the-top (OTT) applications, such as social networking, that can, if allowed, bypass operators almost entirely," says Bramson-Boudreau.
Widespread adoption of telecom managed services will change the telecom landscape significantly in the coming decade, Bramson-Boudreau notes. As more carriers offload bigger portions of their network operations to trusted partners, telco business models will shift away from simple service provisioning, she explains. "The operator of the past - with full control over all network functions, monopolist-style attitudes toward customer service, and slow delivery of new services - is unlikely to exist in the future," she adds.
GVT entra este ano na TV paga
O mercado brasileiro de TV por assinatura contará em 2010 com um novo concorrente. Pouco mais de três meses depois de anunciar a aquisição da Global Village Telecom (GVT), o grupo francês de telecomunicações e produção de conteúdo digital Vivendi anunciou ao Estado que lançará nos próximos meses o primeiro pacote de TV da companhia, que até aqui se concentrava nos serviços de telefonia fixa e internet banda larga. Além de novos produtos, a multinacional planeja investir pesado na expansão da rede de fibra óptica pelo Brasil, aumentando o número de Estados em que opera.
A revelação foi feita pelo diretor-presidente do grupo, Jean-Bernard Lévy, em Paris, ao término de uma entrevista coletiva na qual foram divulgados os resultados operacionais do conglomerado de mídia em 2009. Falando sobre as estratégicas da companhia no Brasil, Lévy informou que a GVT terá duas frentes de investimentos para 2010. "Nossas prioridades para a GVT neste ano são duas: lançar novos produtos e expandir o alcance da rede", antecipou. Questionado sobre quais novos serviços previa, o executivo foi direto. "No que concerne a novos produtos, lançaremos o pacote de TV por assinatura da GVT, baseado em canais locais. Queremos completar a oferta de produtos."
Lévy, entretanto, evitou entrar em detalhes sobre datas, pacotes e seus preços. Questionado se a Vivendi pretendia implantar na GVT o mesmo modelo de serviços via internet ADSL, usado pelo grupo na França ? por intermédio de outra subsidiária, a SFR ?, ele foi evasivo. "Talvez. Mas não quero antecipar nada."
Na França, o pacote contempla internet de alta velocidade, com até 20 megabits de velocidade, telefone via ADSL, com ligações gratuitas para números fixos de 90 países, e TV em alta definição (HD). O pacote básico, que inclui 140 canais, além de outros 150 em opção, custa 29,90 por mês, preço também praticado pela concorrência.
No Brasil, a GVT já oferece serviços de telefonia fixa e internet por ADSL e, em acordo operacional, propõe TV por assinatura Sky com desconto. A criação de uma marca própria de TV por assinatura pela Vivendi-GVT no Brasil, porém, era uma questão de tempo. Isso porque a GVT usa no País as mesmas tecnologias que a SFR na França ? internet por ADSL e telefonia por VoiP (voz sobre protocolo de internet).
Além disso, a companhia tem know how no setor na Europa. A Vivendi é proprietária do grupo Canal+, especializado em TV paga, e conta com uma base de 10,2 milhões assinantes ? dentre 63 milhões de franceses. Entre os destaques da programação estão a emissora generalista Canal+, o canal de informação I-Télé e os canais de esporte (Canal+ Sport) e de filmes (CinéCinéma), todos em pay-per-view.
Como TV e internet estão conectadas, o pacote também oferece programas e filmes sob encomenda, um dos segmentos de mídia que mais cresce na Europa. Parte do conteúdo dos pacotes de TV é fornecido pelos estúdios americanos de cinema Universal, também propriedade do grupo Vivendi.
EXPANSÃO DA REDE
A segunda prioridade da Vivendi em 2010 é a ampliação da área de atuação no Brasil. O grupo vai investir este ano 250 milhões na operação brasileira. Hoje, de acordo com informações da própria empresa, a GVT está presente em 87 cidades das regiões Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste. No início de suas operações, em 2000, a empresa estava em 24 cidades. Segundo Jean-Bernard Lévy, a expansão contínua é um dos desafios da companhia. "A GVT nasceu na região Sul e vem se expandindo. Nosso objetivo é aumentar a rede e o número de Estados atendidos. Queremos chegar logo a São Paulo, por exemplo." Mas, indagado se esse desembarque se daria neste ano, Lévy descartou. "Não, não acontecerá em 2010."
O executivo também confirmou que a empresa deverá lançar na próxima semana uma oferta pública para a compra dos 14,3% de ações da GVT que permanecem nas mãos de acionistas minoritários. A proposta da Vivendi é adquirir 100% das ações e, a seguir, retirar a companhia da bolsa de valores.
Satisfeito com as perspectivas de crescimento da filial brasileira para 2010, de no mínimo 26%, Lévy afirma que a compra dos títulos da GVT pode não saciar o apetite da companhia por novas incorporações em países emergentes. "Observamos permanentemente e outras aquisições nos países emergentes podem vir a fazer sentido", assegurou.
FONTE: O Estadão
Frequência WiMax é liberada para operadoras móveis
Anatel muda regulamento para incluir operadoras de celular na tecnologia WiMAX
Tivoli on track to increase presence of network management
To that end, computing pioneer IBM Corp.’s Tivoli software division is looking to increase its presence in the management of network operations. In late 2005, IBM acquired network management provider Micromuse, and in early 2007 completed its acquisition of network monitoring provider Vallent Corp. Both operations were folded into IBM’s Tivoli division in an attempt to bolster Tivoli’s end-to-end proposition to customers.
Those customers include telecom operators looking for a hosted solution directly from IBM or through a white-label agreement with partners like Alcatel-Lucent, Motorola Inc. or Huawei Electronics Co. Ltd.
The acquisitions of Micromuse and Vallent gave us the ability to provide management services covering everything outside the data center, and with Tivoli we can manage that data center,” said Kieran Moynihan, VP and CTO of Telecoms at Tivoli. “Now we can offer the entire package.”
While past management solutions focused on tracking the quality of voice traffic over mobile networks, the so-called “blocks and drops,” Moynihan said carriers are being forced to shift much of their analysis over to the data part of their networks as traffic-heavy devices and applications come online.
However, one challenge Tivoli sees with current network management and monitoring equipment is the ability to process the amount of information coming in from the network. This is one area Tivoli thinks IBM’s history in the computing space is paying off.
“The biggest challenge for carrriers is that too much information is coming in, and there is not enough processing power process it,” Moynihan said. “This is an advantage for us as IBM has that kind of track record in crunching that volume of data. Also it’s important to process the information in a quick enough time frame to make it actionable for the carrier. There is no use in knowing there is a traffic problem at a cell site if that information does not reach the right people in time.”
Battle for the home
Another area Tivoli is looking to spread its monitoring wings is at the edge of the network, and more specifically in devices and in-home network extensions. Moynihan explained that by extending network monitoring capabilities beyond the core, carriers could save money on network diagnostics.
“We are seeing increased calls from fixed and broadband customers saying their networks are not working,” Moynihan said. “After spending the time to diagnose the problem we are realizing it’s a home IT problem, not a problem with the fiber to the home. These diagnostic sessions cost a lot of money for the telco’s. A future trend we see is in providing capabilities to monitor a customer’s network from their home.”
Moynihan said that one way of doing this would be to install software on a smartphone that would allow a telco so see exactly the problem a customer is describing from their point of view. Another solution would be to have monitoring software installed on a femotcell or router in a home that would allow the same level monitoring from the consumers perspective.
“The battle ground of the future will be for control over the home,” Moynihan said.
These solutions are only part of the package Tivoli hopes to use as it attempts to gain a greater share of the network monitoring business. And with wireless carriers set to unveil more advanced mobile networks capable of supporting increased data usage, and customers looking to take advantage of the additional capacity, the market for that business looks set for robust growth.
20% das empresas vão eliminar ativos de TI até 2012, diz Gartner
“A necessidade de computador, seja em um data center ou na mesa de um funcionário, continuará existindo”, afirmou o Gartner. “No entanto, se a propriedade do hardware for terceirizada, haverá grandes mudanças em toda a indústria, diz a consultoria.
Gastos do setor, por exemplo, serão cortados ou aplicados com projetos mais estratégicos. A equipe de TI será reduzida ou treinada para atender às novas demandas. A distribuição de hardware mudará radicalmente para atender aos requerimentos das novas estratégias de compra de TI.
Se o Gartner estiver correto, as mudanças terão sérias consequencias para os profissionais de TI, mas muitos empregos novos seriam criados para construir a nova onda de serviços de nuvem.
Anatel poderá banir bloqueio de celular pelas operadoras
Parecer defende que regimento do serviço permite desbloqueio "a qualquer tempo" e que isso não prejudica a fidelização prevista em contrato.
O parecer, elaborado pela conselheira da Anatel Emília Ribeiro, propõe uma nova leitura sobre os artigos 40 e 81 do regulamento do serviço móvel pessoal. Eles tratam do bloqueio e desbloqueio de celulares e, segundo sua interpretação, permitem o desbloqueio “a qualquer tempo e sem ônus” para o assinante.
Se aprovado pela reunião do conselho diretor da Anatel, o parecer será oficializado em uma súmula a ser assinada pelo presidente da Anatel, embaixador Ronaldo Sardenberg, cujo texto determina que o bloqueio “não pode ser imposto” pela operadora e que o desbloqueio é um direito do usuário, que “pode ser exercido a qualquer momento”. O texto da súmula, no entanto, ainda pode ser alterado.
Emília esclarece que seu parecer não proíbe o bloqueio. “O que entendemos é que, pela interpretação do regimento, o usuário tem o direito de desbloquear seu celular quando quiser, pois pagou por ele”, explica. “Isso não invalida o contrato de fidelização, já que o usuário vai continuar pagando sua conta no tempo determinado, mas dá liberdade para que ele possa usar um outro chip quando estiver em outra localidade ou para aproveitar tarifas mais baratas.”
O parecer deveria ter sido analisado ainda em dezembro mas, segundo Emília, o presidente da Anatel pediu vistas do processo. Como está em férias, o documento só deverá ser analisado na reunião de 28/1.
TIM agora oferece acesso Wi-Fi à web
Parceria com Vex permite que dono de linha pós-paga conecte seu PC portátil em mais de 38 mil pontos.
Clientes da TIM poderão acessar a internet pelo computador portátil via conexão sem fio Wi-Fi, graças a uma parceria fechada com a Vex e que foi anunciada nesta quinta-feira (7/1).Pelos termos do serviço, clientes de planos pós-pagos de voz ou de dados da TIM poderão contratar o serviço, chamado de TIM Wi-Fi. A contratação é feita pelo Discador TIM, que pode ser baixado do site da operadora.
Os planos disponíveis fornecem acesso por dia (R$ 14,90), semana (R$ 23,90) e mês (R$ 29,90), e há ainda a opção de acesso ilimitado (R$ 23,90). O valor será incluído na fatura do celular.
A rede de acesso Wi-Fi da Vex cobre mais de 38 mil pontos em 52 países e pode ser encontrada em aeroportos, hotéis, restaurantes, supermercados e cafés, entre outros estabelecimentos.
Virgílio Freire sobre a Sra. Carla Cico
http://virgiliofreire.blogspot.com/2009/12/bandidagem-da-privataria-de-fhc-na.html
Eu não sou muito fã do Virgílio Freire e não considero muito as coisas que ele diz, mas encontrei um texto no site dele e resolvi postar o link aqui por estar relacionado com o post anterior.
Diz ele que a referida senhora foi contratado pela Telecom Italia para negociar com Daniel Dantas e que, ao final das negociações ela passou a trabalhar para o próprio Daniel Dantas. Veja um trecho: "... durante todo o tempo das negociações a TI havia sido traída, pois sua representante já estava comprada por Daniel Dantas...".
CVM multa ex-presidente da Brasil Telecom
RIO - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) multou em R$ 300 mil a ex-presidente da Brasil Telecom, Carla Cico, em inquérito que apurou a contratação pela companhia de serviços publicitários prestados por duas agências envolvidas no escândalo do mensalão. Além da executiva italiana, a autarquia também multou em R$ 100 mil o diretor financeiro da BrT, Paulo Pedrão Rio Branco. Para a CVM, os executivos faltaram com dever de diligência e cuidado ao ignorar as regras de controle interno na hora de contratar e autorizar o pagamento às agências SMP&B e DNA, do publicitário Marcos Valério, acusado pelo Ministério Público de ser operador de um esquema de repasse de dinheiro para políticos entre 2003 e 2004.
Carla Cico ocupou a presidência da BrT entre 2001 e 2005, quando o comando da operadora deixou as mãos do grupo Opportunity, após uma longa disputa com fundos de pensão liderados pela Previ. Naquela época, representantes das fundações assumiram o controle e indicaram Ricardo Knoepfelmacher para a vaga da executiva.
Nome ligado ao banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity, Cico chegou a ser indiciada pela Polícia Federal em inquérito originado da Operação Satiagraha, que apura crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira, evasão de divisas e crime de formação de quadrilha e organização criminosa.
No inquérito, a PF acusa Carla de gestão fraudulenta ao permitir o uso da empresa no repasse de recursos às empresas de publicidade de Marcos Valério e também por manter funcionários do Opportunity na folha de pagamento da BrT e utilizar dinheiro da empresa na compra de aviões usados pelo grupo de Dantas por meio de consórcio.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Google, Apple e as teles
Apple é uma empresa que vende experiência. Eles são uma marca “top”, se eles estivessem no ramo automóvel, seriam a BMW, Mercedes, Porsche e misturadas em um único carro. Possuem cerca de 12% do mercado de PCs no E.U.A.; porém no mercado de PCs top de linha (computadores portáteis acima de US$ 999 e desktops acima de US$ 699), sua participação chega a 91%.
Como eles entraram no mercado de telefonia móvel é uma história estranha e complicada, mas é melhor vê-los como um fornecedor de um produto que é um upgrade móvel do seu MP3 player (do seu ponto de vista), que se tornou altamente rentável. O ponto de vista original da Apple que a diferencia é a importância dada à experiência do usuário. Sem Mac OS X para diferenciá-los do restante do mercado, seus computadores seriam apenas PCs mais caros. Assim sendo, não deve ser nenhuma surpresa que a Apple e sua equipe de negócios tenham um único objetivo: manter o controle da plataforma do iPhone e fazê-la diferente (e impressionantemente boa).
A Apple não quer destruir as teles, pois eles só querem usá-los como um canal para vender a sua experiência do usuário. O Google, no entanto, é uma outra questão.
Google é uma empresa de publicidade. Seu modelo de negócio inteiro se baseia na quebra de barreiras de acesso que impedem o público de acessar ao conteúdo da internet lotado de anúncios do Google. Eles querem que o setor de comunicações móveis mude e que a concorrência passe a ser puramente disputada em largura de banda. Na verdade, eles seriam mais felizes se as teles forem embora, sumissem da frente dos usuários e todos estes passassem a utilizar terminais com acesso à dados ilimitado e de preferência grátis. Mais largura de banda, mais a navegação na web, mais anúncios, mais receita para o Google. Simples!
Pois bem, isto dito, vamos comentar sobre o anuncio do Nexus One ocorrido durante semana passada e que pode ser bem significativo para esta história. Se os rumores são verdade - que eles estão empurrando o Nexus a um preço baixo ou subsidiado, e fortalecendo a T- Mobile (o mais fraco dos cellcos dos E.U.A) para fornecer dados com uma tarifa móvel única acessível, acesso VoIP, além de roaming internacional -, então eles têm estão enviando um cavalo de Tróia para a indústria da telefonia móvel.
Talvez o Google está iniciando uma grande estratégia que poderá destruir o modelo de negócios das teles, que hoje se apresentam como um gateway de acesso super valorizado com conteúdo controlado com seu modelo de negócios sedimentado sobre contratos que prendem os usuários vendendo celulares premium (como o iPhone) em um contrato de fidelização.
Para o Google seria perfeito transformar o serviço 3G de dados (e, posteriormente, LTE) em uma commodity, como o serviço de hotspot Wi-Fi mais amplo e mais barato. Eles querem que os usuários comprem celulares baratos desbloquados e passem a utilizar SIM Cards de dados baratos, ao invés dos planos de voz antiquados e ineficientes mantido pelo telcos, então eles poderiam disponibilizar o Google Voice sobre ele, e, finalmente, realizar o negócio da Google para todas as suas mensagens de voz, bem como e-mail e acesso à web.
(Não é necessário comentar que isso vai levá-los a um conflito com a Apple. Até agora, o iPhone da Apple tem sido bom para a Google: os usuários do iPhone navegam muito mais na Internet - e vêem muitos mais “adsense” - do que usuários de telefones comuns. A Apple quer manter a experiência dos usuários e seguir vendendo através do jardim murado da App Store e do iTunes. A Apple é uma ameaça implícita ao Google porque ele não pode utilizar seus anúncios dentro do universo Apple)
A verdadeira mensagem aqui é que se o Google tiver êxito, a base o seu serviço de telefonia móvel em 2019 vai ser irreconhecívemente diferente daquela de 2009. Alguns dos maiores nomes do serviço de telefone (T-Mobile? Orange? Vodafone? AT & T? Verizon?) Seguiram o mesmo caminho Transbrasil, VASP dentre outros. Restarão apenas as teles com melhor infra-estrutra e interoperabilidade, que terão sucesso na adequação à este novo modelo de negócios, vendendo bits pelo preço mais baixo.
Provavelmente la por 2019, a tecnologia VoIP já deve prevalecer sobre o modelo atual, nós vamos ver algo não muito diferente de DNS ou endereços de e-mails no lugar do número de telefone. Então, o processo será concluído, a Internet terá comido o sistema de telefonia como conhecemos hoje.
O que é bom para a internet é bom para o Google. Neste momento, as companhias telefônicas não são boas para a internet. Se estou certo sobre a grande estratégia, o Googlephone vai mudar isso.
FONTE: Charlie´s Diary
Anatel investiga prestação irregular de telefonia pela A.Telecom
O problema envolve uma das empresas do Grupo Telefônica. A fiscalização da agência constatou que a A.Telecom, antiga Atrium, está prestando serviços que iriam além do permitido pela sua licença de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). A A.Telecom foi flagrada celebrando contratos de oferta de telefonia fixa para clientes coorporativos que violam as regras do setor de telecomunicações. O caso foi classificado como "prestação clandestina de STFC" pela agência.
Sob a ótica do consumidor, a oferta de telefonia fixa pela A.Telecom fere a regulamentação da Anatel, diz a fiscalização da agência. Os clientes da operadora não teriam o direito de escolher o Código de Seleção da Prestadora (CSP) de longa distância, podendo usar apenas o 15 da Telefônica. Também não possuem o direito de portar seu número para outra empresa de telefonia fixa, nem de trazer seu número de outra operadora. Pelos cálculos da Anatel, os potenciais afetados pela prática da A.Telecom seriam, ao menos, 1 mil clientes em todo o Brasil, até o fim de 2008. A A.Telecom é uma subsidiária que a Telefônica usa na prestação de serviços corporativos.
Mas os problemas com a oferta do serviço não se encerram apenas no âmbito da relação com os consumidores. A acusação de oferta clandestina de telefonia fixa feita pela fiscalização da agência reguladora está amparada em uma análise técnica do sistema utilizado pela A.Telecom para conectar os clientes.
Segundo informações obtidas por este noticiário, a A.Telecom estaria conectando diretamente as Centrais Privativas de Comutação Telefônica (CPCTs), equipamentos colocados nos prédios dos clientes, às centrais públicas do STFC de responsabilidade da Telefônica. Em princípio, não há problema algum de uma operadora do SCM administrar as CPCTs, desde que ela seja uma intermediária de fato na conexão entre esses equipamentos e a rede da concessionária. Ocorre que não há registros de que essa posição intermediária seja executada pela empresa. Assim, na prática, a A.Telecom estaria apenas cumprindo um papel jurídico de intermediária, mas, no campo técnico, essa relação não existe.
Estrutura
Essa estrutura estabelecida entre a Telefônica e a A.Telecom com relação ao uso da rede fez com que a Anatel levantasse suspeitas de que a operadora de SCM funciona apenas como uma "empresa de fachada" da concessionária, de acordo com documentos obtidos por este noticiário. Esses indícios se fortaleceram com o fato de a A.Telecom não ter conseguido apresentar como se dá a remuneração pelo uso da rede do STFC da Telefônica durante as fiscalizações da Anatel. A agência não conseguiu encontrar registros contábeis que comprovem existir uma relação comercial de aluguel da rede entre a A.Telecom e a Telefônica, informação necessária para confirmar que a relação entre as duas empresas cumpre a legislação do setor. A apuração investigou a contabilidade das duas empresas, sem sucesso.
Um dos grandes problemas da relação entre as duas empresas tem uma origem muito simples: a A.Telecom não tem, e nem poderia ter, uma licença de oferta de STFC que garantisse a oferta de telefonia fixa dentro das regras. A empresa está autorizada apenas a prestar SCM e DTH. E, por pertencer ao mesmo grupo de uma concessionária de STFC, jamais poderia ser autorizada a oferecer telefonia fixa na mesma área de concessão.
Numeração da Telefônica
Além das questões técnicas e das infrações com relação aos direitos dos consumidores, outras práticas surpreenderam os fiscais e evidenciam ainda mais claramente que a A.Telecom estaria, de fato, prestando STFC para a Telefônica. Foi constatado pela Anatel que os telefones contratados junto à A.Telecom possuem números do Plano de Numeração do STFC distribuídos exclusivamente à tele.
Os planos de numeração fazem parte do rol de bens escassos do setor de telecomunicações, uma vez que há um número limitado de combinações numéricas na composição de oito dígitos em vigor no Brasil. Assim, a Anatel concede um plano específico para cada operadora de serviços de telecomunicações e a agência possui um controle de cada uma das listas liberadas. Com isso, é fácil identificar qual empresa possui o código que está sendo usado.
Não fosse a facilidade de identificação do código em si, um outro indício de uso dos números da Telefônica pela A.Telecom se impõe. A Anatel, até hoje, não fez um plano de numeração específico para o SCM. Por isso, elas não possuem códigos próprios e, ou oferecem serviços por ramal, ou intermediam a oferta ao consumidor final. Neste último caso, com recibo das relações comerciais estabelecidas, o que, como já dito, não foi encontrado pela fiscalização no caso A.Telecom.
Cobrança
Mais um problema é que a A.Telecom tem faturado diretamente os clientes que possuem contratos sob suspeita de oferta irregular de STFC. A fiscalização constatou a emissão de contas telefônica, boletos bancários e faturas em nome da A.Telecom. Em uma fatura com o timbre da Atrium (antigo nome da A.Telecom), a referência aos serviços de STFC é listada como "uso de recurso local". A empresa, inclusive, se dispõe a encaminhar um "demonstrativo detalhado" desde que solicitado pelo e-mail telefonia@atriumtelecom.com.br. Essa cobrança direta é vedada pelas regras do setor de telecomunicações quando se trata de oferta de CPCTs.
Reestruturação
A operadora foi procurada na semana passada por este noticiário para comentar a ficalização da agência sobre a A. Telecom e até hoje não havia se pronunciado. Entretanto, aparentemente em decorrência dos questionamentos da Anatel, nesta quinta-feira, 17, a Telefônica apresentou um comunicado ao mercado informando aos investidores que a A.Telecom sofrerá uma cisão em seu capital. A parte cindida será incorporada pela Telesp (razão social da concessionária Telefônica). Como a A.Telecom é subsidiária integral da Telesp, o negócio não promoverá aumento de capital no grupo.
Como propósito da operação, a Telefônica justifica-se com a transferência de "acervo composto de bens ativos, diretos e passivos relacionados a determinadas atividades desenvolvidas pela A.Telecom, no contexto de fornecimento de soluções integradas a seus clientes, de modo que a Telesp passa a faturar diretamente a clientes da A.Telecom uma parcela dos valores atualmente contratados e cobrados pela A.Telecom a alguns de seus clientes". A empresa não detalha quais são as atividades da A.Telecom que agora serão faturadas pela Telefônica. O comunicado diz ainda que a A.Telecom e a Telefônica não precisam da anuência da agência para fazer essa operação, mas ainda assim a Anatel será informada.
Oi firma parceria com centros de pesquisa no Brasil
De acordo com a operadora, a escolha das instituições considerou critérios como sinergia com o setor de telecom e tecnologia da informação, histórico e porte das instituições, que devem possuir experiências concretas e bem-sucedidas em parcerias com empresas de prestação de serviços, além de competências nas áreas de interesse da Oi.
Além dos acordos firmados com instituições e centros de tecnologia, a Oi pretende ampliar seus projetos em parceria com empresas nacionais e fornecerá capacidade de transmissão em fibras óticas para uso da Rede Nacional de Pesquisas (RNP).
FONTE: Computerworld.