Achei legal, interessante e novo.

Cisco entra na briga com Google, IBM e Microsoft

segunda-feira, 9 de novembro de 2009 comentários
Empresa apresenta novas soluções de colaboração para competir nos mercados de software como serviço (SaaS)e colaboração online.

A Cisco, empresa que nasceu no segmento de equipamentos para redes, anuncia nesta segunda-feira (9/11) lançamentos de colaboração para concorrer com soluções de empresas como Google, Microsoft e IBM.

Um dos principais lançamentos é o WebEx Mail, sistema de e-mail corporativo oferecido na modalidade desoftware como serviço (SaaS, da siga em inglês), hospedado na nuvem da companhia. A solução de e-mail concorrerá diretamente com o Gmail da Google, Lotus Notes da IBM e Exchange Online, da Microsoft.

A empresa anuncia também o o WebEx Connect, ferramenta de mensagens instantâneas que pode ser oferecida como serviço.

As novas soluções têm a possibilidade de serem integradas à Cisco Enterprise Collaboration Plataform, diretório corporativo que busca simular a experiência das redes sociais, como o Facebook, com a diferença de que a plataforma pode ser gerenciada em ambiente seguro.

“Por meio da ferramenta, os usuários de uma empresa poderão colaborar por meio de uma única plataforma, acessíveis em uma única tela”, afirma o gerente de desenvolvimento de negócios para colaboração, Fernando Lucato. O conceito é parecido com o Wave, ferramenta da colaboração do Google que está em fase de testes.

Ainda na área de software social, a empresa lança o Cisco Show and Share, plataforma de compartilhamento de conteúdo em vídeo e Cisco Pulse, dispositivo no qual usuários identificam conteúdos especializados e compartilham com a equipe de trabalho.



A plataforma de colaboração será interoperável com smartphones graças à expansão da ferramenta Comunicador Móvel Unificado da Cisco. “A ideia é que os usuários tenham no celular as mesmas aplicações que no PC tradicional”. Hoje a solução se restringe a transferir as ligações do ramal do usuário para o telefone móvel.
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Por que não pensei nisso: Frutas e vegetais marcados a laser podem ser o fim das chatas etiquetas adesivas

sexta-feira, 6 de novembro de 2009 comentários


Não parece um problema de grande importância, mas me diga quem em sã consciência não acha aqueles adesivos nas frutas a coisa mais chata do mundo? Felizmente para as duas ou três pessoas nesse mundo que ainda comem frutas e verduras regularmente, os tais podem estar com os dias contados, substituídos por marcação a laser de baixa energia.

Os testes concluem que os alimentos etiquetados com o feixe de laser de dióxido carbônico de baixa energia não mostram nenhum sinal de decomposição acelerada em comparação com os que levam o adesivo. O sistema já foi inclusive implementado na Nova Zelândia, Austrália e países da Costa do Pacífico, mas a FDA (Food & Drugs Association) ainda não aprovou o procedimento na agricultura norteamericana (está em fases finais de fazer isso). Francamente, demorou. Este é um problema de importância nacional. Quantos adesivos ainda teremos que comer? Hein, Obama?! Responda!


FONTE: GIZMODO
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Setor elétrico lamenta ter sido excluído do plano de banda larga

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Dono de 30 mil quilômetros de fibras, o segmento reclama sua vocação como gestor de infraestrutura

Enquanto o governo e as operadoras trabalham na elaboração de um plano nacional de banda larga, o setor elétrico se ressente de ter sido excluído das discussões. Donas de mais de 30 mil quilômetros de fibras ópticas, as concessionárias de distribuição e transmissão de energia acreditam que poderiam dar uma forte contribuição ao projeto da banda larga, mas não participam dos debates. “Quem deveria estar sentado à mesa é quem tem a infraestrutura”, diz o presidente da Aptel (Associação de Empresas Proprietárias de Infraestrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações), Pedro Jatobá.

Ele traça um paralelo entre as empresas do setor elétrico e de telecomunicações, lembrando que há 30 anos elas eram muito semelhantes: detinham infraestrutura para oferta de um único serviço ao consumidor final. De lá para cá, o setor elétrico intensificou suas ações como gestor de infraestrutura, ao passo que telecom que é cada vez mais gestor de serviços. “Isso significa que o setor elétrico é cada vez mais eficiente para gerir macroestruturas”, defende Jatobá.

Por enquanto, a participação do setor elétrico no plano nacional de banda larga está fortemente concentrada no possível uso da rede da Eletronet (são 13 mil quilômetros de fibras ópticas) e das empresas do sistema Eletrobrás. “O setor elétrico é muito maior do que a Eletrobrás”, pondera o presidente da Aptel.

Ele destaca que a evolução das redes do setor elétrico está sendo completamente ignorada na elaboração do plano nacional de banda larga. Essa evolução seria baseada na adoção do conceito de redes inteligentes, ou smart grid, um projeto estratégico para a Aptel e para a Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abrade). O projeto prevê um salto tecnológico nas atuais redes de distribuição de energia elétrica, que chegariam à casa do cliente aptas à oferta de um número elevado de serviços, que vão muito além da energia elétrica, tais como banda larga, telemetria e medição inteligente. O processo deve mais do que duplicar o volume de fibras ópticas controlado hoje pelas empresas do setor elétrico, com a vantagem de levar a fibra até a casa do assinante, a chamada última milha. “Tem se falado muito da Eletronet para banda larga, mas a rede não alcança o usuário final”, pondera Jatobá.

A Aptel e a Abrade trabalham para apresentar à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nas próximas semanas o projeto estratégico para adoção do smart grid pelas empresas brasileiras. Com o aval do órgão regulador, as entidades devem contratar um consórcio – envolvendo consultorias, centros de pesquisa e universidades – para elaboração do plano, a ser concluído no prazo de 90 a 120 dias. O documento deve trazer uma proposta de migração para o smart grid, incluindo o montante de investimento projetado e a necessidade de mudança no que diz respeito à regulamentação.

FONTE: Telecomonline
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Google Books lança página para acesso a revistas digitalizadas

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Desenvolvedor criou página especial com as revistas online após usuários pedirem que os títulos fossem mais facilmente localizados.

O Google lançou nesta quinta-feira (5/11) uma nova interface com uma lista de todas as revistas digitalizadas pelo Google Books.

O autor do recurso é o engenheiro Jeffrey Peng. Ele afirma, em post publicado no blog oficial do serviço, que a novidade chega após pedidos de amigos e integrantes de sua família e até mesmo um grupo na rede social Facebook pedindo que a localização de revistas fosse mais fácil.

No final de setembro, o Google Books anunciou a digitalização de 1.860 edições da revista LIFE, publicadas no período entre os anos de 1936 e 1972.

FONTE: IDG Now
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Após 1 ano, Oi detém 12% dos celulares em SP

quinta-feira, 5 de novembro de 2009 comentários
Um ano após iniciar suas operações de telefonia móvel no Estado de São Paulo, a Oi segue atrás de Vivo, TIM e Claro em participação de mercado no maior Estado do país.

Na capital paulista, mercado mais competitivo e com a presença de um quinto player – a operadora Aeoiu – a Oi termina seu primeiro ano com 12% de market share.
 
A telecom não divulgou sua participação no interior do Estado, onde explora serviços em 280 municípios.

Ao todo, a telecom detém 4,5 milhões de clientes em São Paulo. Entre as estratégias da operadora para atrair clientes está o incentivo ao desbloqueio de celulares e a distribuição de chips com créditos
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Vivo quer aprofundar ações de compartilhamento para redes LTE

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A Vivo deve chegar a 2011 com pelo menos 12 mil quilômetros de fibras compartilhadas com outras operadoras. O movimento, iniciado com o uso conjunto de sites para instalação de antenas, pode ser estendido para novas práticas com a construção das redes de quarta geração, na avaliação do presidente da Vivo, Roberto Lima.

“Será que com a LTE vamos repetir os movimentos da mesma forma que fizemos no 3G?”, questionou ele, destacando que é possível evoluir as parcerias a partir das experiências em curso.

A Vivo construiu 4,5 mil quilômetros de redes de transmissão na região Sul em parceria com a Claro e com a Embratel. Outra rede com a mesma extensão está sendo construída no Norte/Nordeste em parceria com a TIM e com a Intelig, com início das operações previsto para o primeiro semestre de 2010.

No Sudeste, outra parceria foi fechada para 3 mil quilômetros de redes, com entrada em serviço em 2011. “Se nos unirmos, alcançamos propósitos comuns e isso pode acelerar a descoberta de modelos de negócios”, disse Lima, em apresentação no Futurecom nesta quinta-feira, 15.

O executivo criticou o mau uso que vem sendo feito de alguns recursos públicos e propôs a realização de um levantamento dos ativos de redes pertencentes aos governos, para uso compartilhado entre as iniciativas públicas e privadas. Segundo ele, existem redes de transmissão da Eletronorte com baixa ou nenhuma utilização que poderiam reforçar os sistemas das operadoras móveis no atendimento às regiões mais distantes. “Parcerias com a administração pública são muito importantes”, disse.
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Claro agrega novos serviços aos modems 3G

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Os modems 3G passam a ser estratégicos para as operadoras. Não apenas por darem acesso à internet, mas pela capacidade de agregar serviços. No Futurecom, a TIM anunciou e apresentou uma série de novos produtos para o cliente, com a parceira Onda.

Entre eles, o modem 3G com one seg ( que transmite TV Digital). Agora é a vez da Claro também anunciar seus planos nessa área. A operadora, que nesta terça-feira, 27/10, divulgou o resultado do terceiro trimestre, divulgou que está apostando numa série de inovações na área, entre elas, promete o lançamento do modem 3G com TV Digital para dezembro deste ano.

Também oferecerá o LG Watch Phone GD 910, um celular de pulso, que funciona como relógio. Com tecnologia 3G, o aparelho tem tela sensível ao toque, câmera digital para videochamada e Bluetooth, além de ser resistente à água. O GD 910 também é capaz de reproduzir por voz os SMS recebidos. Esses produtos se juntam ao iPhone e outros smartphones de Terceira Geração.

A operadora fechou também um acordo com a MyScreen Mobile, empresa americana especializada em mobile advertising, para oferecer um aplicativo, que consolidará o celular como uma ferramenta de mídia e o pioneirismo da Claro nesta área. A solução permitirá que anunciantes desenvolvam campanhas segmentadas, direcionadas aos clientes que aceitam receber mensagens promocionais após as chamadas realizadas, com base em perfis demográficos e de interesse pessoal. Os usuários Claro terão recompensas e benefícios pelas campanhas recebidas.

A tele oferecerá ainda o modu™ phone, o menor celular do mundo de acordo com o Guinness Book of the World Records™. Fabricado em Israel, o modu™ phone lança um novo conceito para a indústria de telefonia móvel. Além de ser um celular multifuncional, o aparelho é um MP3 player e um pendrive com 2GB de memória interna, que pode ser inteiramente customizado de acordo com as necessidades de uso de cada cliente. Todos os lançamentos estão previstos para este ano ainda, mas os preços e planos não foram divulgados.

Com relação aos números, no 3º trimestre, a Claro conquistou 1,792 milhão de novos clientes, superando a marca de 42 milhões de assinantes. De acordo com os dados divulgados ontem pela América Móvil, controladora da Claro, a receita líquida total da operadora foi de R$ 3,1 bilhões, o que representa um avanço de 4,6% em comparação com o 3º trimestre do ano passado. A receita líquida de serviços cresceu 8,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada pela receita de serviços de valor agregado, que teve um crescimento de 66,1% ano a ano.

No acumulado do ano, a receita líquida total atingiu R$ 8,8 bilhões, com crescimento de 4,6% no período. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) chegou a R$ 2,1 bilhões. O EBITDA do trimestre foi de R$ 678 milhões e a margem EBITDA ficou em 22,0%, similar àquela registrada em 2008. O lucro operacional (EBIT) foi de R$ 217 milhões, com incremento de 110,0% em relação ao ano anterior.

Ao final de setembro, a carteira de clientes da Claro era de 42,278 milhões de assinantes. O número de clientes avançou em 4,4% no trimestre e 18,5%, comparado com o mesmo período do ano anterior. A operadora adicionou 1,792 milhão de clientes no período e sua participação de mercado é de 25,45%. A base de clientes pós-pagos cresceu 20,6% em relação ao 3º trimestre do ano passado e já representa mais de 20% dos assinantes da Claro. Os pré-pagos apresentaram avanço de 18% ano a ano.

No 3º trimestre de 2009, a América Móvil, controladora da Claro, alcançou a marca de 194,3 milhões de clientes em telefonia móvel nos 18 países das Américas onde o Grupo está presente, sendo 4 milhões de novos assinantes. A receita de serviços foi de 88,476 bilhões de pesos e registrou um avanço de 19,5% em relação ao 3º trimestre de 2008. A receita total da América Móvil alcançou 99,762 bilhões de pesos, um crescimento de 16,9% na comparação ano a ano.

O EBITDA totalizou 40,397 bilhões de pesos, com um incremento de 15,9% em relação ao mesmo período em 2008. A margem EBITDA foi de 40,5% da receita total no trimestre. Já o lucro operacional (EBIT) foi de 27,748 bilhões de pesos no 3º trimestre, um crescimento de 12,3% ano a ano. O lucro líquido ficou em 18,681 bilhões de pesos no período, 50,6% maior que em 2008.




FONTE: Convergência Digital
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Web lidera crescimento da publicidade até agosto no Brasil, diz Inter-Meios

terça-feira, 3 de novembro de 2009 comentários

Com mercado publicitário estável, receita online acumulada até agosto cresce 22% na comparação com mesmo período de 2008.

A internet lidera o crescimento da publicidade brasileira no acumulado até agosto em um setor marcado pela estabilidade, segundo dados divulgados pelo Projeto Inter-Meios.

A receita publicitária online chegou a 156,6 milhões de reais em agosto, aumento de 25% em comparação aos 127,9 milhões registrados no mesmo mês de 2008.

Se considerarmos a receita publicitária registrada nos oito primeiros meses de 2009, o crescimento da cifra é de 22%, partindo de 449,1 milhões de reais em 2008 e atingindo 550,6 milhões de reais neste ano.

Com o aumento, a internet se posiciona como mídia que mais cresce em um mercado publicitário estável - se considerarmos todos os veículos, a cifra gasta em 2008 é idêntica à registrada neste ano: 13,3 bilhões de reais.

Na comparação com o desempenho de outros veículos até agosto, a internet aparece na liderança, seguida pela publicidade em mídia externa (crescimento de 11,3% comparado a 2008), rádio (6%) e televisão (2,5%).

TV por assinatura (queda de 1,9%), cinema (-6,9%), revista (-9,6%), jornal (-11,2%) e guias e listas (-21%) aparecem como os setores cujas receitas publicitárias encolheram na comparação entre 2008 e 2009, segundo o Inter-Meios.

Se considerarmos a participação de cada meio no acumulado até agosto de 2009, a televisão mantém sua folgada liderança, responsável por 60,1% do setor, seguida por jornal (14,9%) e revista (7,2%).

A internet respondeu por 4,1% dos investimentos publicitários e ocupa a quinta posição, próxima do rádio (4,5%).

FONTE: IDG Now
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