Achei legal, interessante e novo.

Acionistas da GVT derrubam cláusula e facilitam venda

terça-feira, 3 de novembro de 2009 comentários
Por unanimidade, acionistas dispensaram aplicação de 'cláusula de proteção da dispersão da base acionária' para ofertas em dinheiro e que somem R$ 48 por ação.

Os acionistas da GVT aprovaram nesta terça-feira (03/11), por unanimidade, uma mudança no estatuto social da empresa fundamental para permitir a venda da operadora para aTelefônica ou a Vivendi.

Em assembleia geral extraordinária, os acionistas aprovaram a dispensa da aplicação dos artigos 43 e 44 do estatuto social da empresa que tratam da "proteção da dispersão da base acionária", também chamada de "poison pill" (pílulas de veneno) no jargão do mercado financeiro. Mecanismo de defesa para evitar a dispersão do capital da empresa no mercado, em casos de aquisições hostis.

A decisão da assembléia geral extraordinária derruba a cláusula desde que a aquisição respeite as seguintes características: a liquidação financeira ocorrer até 28 de fevereiro de 2010; (ii) o preço pago ser de no mínimo 48 reais por ação; (iii) o pagamento ser em dinheiro; e (iv) o ofertante (a) possuir capacidade financeira para a aquisição de 100% do capital social da Companhia por um preço mínimo de 48 reais por ação; e (b) ser operador ou provedor de serviços de telefonia fixa, móvel ou de banda larga no Brasil ou no exterior, diretamente ou por intermédio de sua(s) subsidiárias, controlada(s) ou coligada(s).

Os 48 reais por ação são justamente o preço oferecido pela Telefônica pela GVT - valor 14,3% superior à oferta feita pela Vivendi.

FONTE: Computerworld

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Nokia Siemens anuncia a demissão de 5,7 mil funcionários

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Empresa adotou o corte de empregos como medida para redução de custos do setor de Tecnologia da Informação. Companhia também será reestruturada.

A Nokia Siemens Networks anunciou nesta terça-feira (3/11) seu plano para cortar 5,7 mil empregos. A decisão é parte de uma ação para economizar 737 milhões de dólares da joint venture que oferece tecnologia de rede móvel, fixa e convergente.

As companhias pretendem cortar gastos no setor de Tecnologia da Informação (TI), em propriedade, despesas gerais e administrativas. A união, que opera em 150 países, afirmou que os cortes de empregos não serão uniformes.

A Nokia Siemens Networks também alerta para um procedimento maior que visa a reduzir seus próprios custos de aquisição. “Haverá uma redução anual de gastos em aquisição de serviços e produtos, relacionados aos gastos de bens vendidos, que somam um valor mais alto do que o corte previsto de 737 milhões de dólares”, informou a empresa, em comunicado.

Além dos cortes, corporação será reorganizada em três novas divisões: Soluções de Negócios, Sistemas de Redes e Serviços Globais. A Nokia Siemens Networks também procurará novas parcerias e aquisições, segundo o chefe de operações Mika Vechvilainen.

FONTE: Computerworld
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Mercado de smartphones encolhe na América Latina no terceiro trimestre

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Dados da consultoria Canalys apontam queda de 30% nas vendas na região, frente à expansão mundial de 4%.
O mercado mundial de smartphones cresceu 4% no terceiro trimestre, frente ao mesmo período do ano ano anterior, somando 41,4 milhões de unidades vendidas entre julho e setembro, segundo levantamento da consultoria Canalys. Os dados regionais indicam que a América Latina foi o mercado com maior retração na comparação anual, de 30%, com a venda de 2,05 milhões de dispositivos móveis inteligentes. A Ásia Pacífico puxou a demanda, com crescimento de 26%.
Os dados mostram que a Nokia, a RIM, a Apple e HTC controlam mais de 80% do mercado mundial de smartphones, cuja proporção de modelos com telas sensíveis ao toque alcançou 45% das vendas do trimestre, frente a 31% no ano passado. Entre os fabricantes, a liderança cabe à Nokia, com 40% das vendas, participação ligeiramente superior a registrada no mesmo período de 2008, mas 5% abaixo da apurada no trimestre anterior. O segundo lugar é da RIM, dona do Blackberry, com 21% de market share, frente a 15,2% um ano antes. A empresa canadense registrou o maior ganho de participação no trimestre frente aos concorrentes, de 40%.
A Apple, com o iPhone, ocupa a terceira posição, batendo 18% de market share, um pouco superior aos 17,3% do mesmo período de 2008. A HTC encerra a lista dos grandes fabricantes com 5% de participação nas vendas.
Por sistema operacional, o Symbian ocupa a liderança, com 46% de participação, a frente da RIM e da Apple. A Microsoft registra no trimestre uma perda de 36% de participação, para 8,8%, enquanto o Android, sistema operacional do Google, alcança 4%, comparado a 3% nos três meses imediatamente anteriores.
O relatório da Canalys chama a atenção para a performance da Apple e da RIM, ambas com volume recorde de vendas no trimestre. A previsão é de que o iPhone continue ganhando mercado à medida que ele alcança novos países. Com ele, cresce também a demanda dos consumidores por telas sensíveis ao toque.

FONTE: Telecomonline
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Prática do 5MD (5 minutos diários)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009 comentários


Particularmente eu gosto muito de lidar com pessoas, acredito que devemos respeitar e buscar entender sua individualidade. Sempre procurei me posicionar no mesmo nível dos meus companheiros de trabalho independentemente do nível hierárquico que ocupo. Acredito que respeito não tem nada a ver com hierarquia, muito menos com distância. Não é sinal de fraqueza ou fragilidade permitir que os outros conheçam e entendam você.


Acredito sim em processos, estou convencido que quando aplicamos as melhores práticas gerenciais obtemos ganhos de produtividades consideráveis, que identificar e valorizar funções dentro da equipe e saber alocar bem os "recursos" é extremamente positivo; porém na minha opinião de leigo, valorizar e entender as pessoas é no mínimo necessário. Sempre entendi e respeitei a necessidade de cargos e hierarquia dentro de uma organização; porém respeitei muito mais as pessoas pelas suas atitudes e ou pelo trabalho desenvolvido por elas.


Navegando pela internet li algo sobre uma prática, que deve ser um tanto ortodoxa para os PMPs; porém me pareceu bem razoável. Seguem as razões pelas quais me interessei pela prática dos 5 minutos diários:

- É simples (para aprender).

- É fácil de fazer.
- Uma vez que que se torna hábito, você não pode falhar nisso.

A prática dos 5 minutos diários (5MD) ajuda na sua comunicação com as pessoas ao seu redor. Diariamente, em um tempo curto, você constrói uma relação de confiança e melhora significativamente a sua relação com outras pessoas da equipe. Ouvindo melhor, você pode responder melhor e você perceberá o valor desses 5 minutos com a prática, eles o ajudarão a aumentar sua capacidade gerencial.


A parte Simples


Se estiver ouvindo sobre isso pela primeira vez, a prática dos 5 Minutos diários(5MD) é um hábito simples. Todo dia, sem falta, os gestores dão cinco minutos pelo menos de seu tempo a um de seus empregados. O que eles fazem é ouvir todo o tempo, dando sua total atenção ao que quer que a pessoa tem em sua mente. 


Seu tempo é um dos recursos mais preciosos que você tem, e dar a alguém na forma de pelo menos 5 minutos é uma das melhores provas de comprometimento incondicional que existe.

Muitas pessoas levam a prática 5DM à sua família e suas amizades, pois eles acham que funciona naturalmente nos círculos de conversa também. Todo mundo gosta de ser ouvido, e estes 5 minutos diários tornam-se um presente que todo mundo aceitará de bom grado.

A parte mais fácil


Não são necessários softwares específicos, processos novos, tão pouco hardwares. Não é necessário comprar nada para instalar ou plug in.

Você já tem tudo que você precisa para começar a praticar 5MD desde agora, tudo o que necessário é um pouco de empatia curiosidade para entender o próximo e boa vontade para ter mais conversas individuais. Simples assim.

Você precisa de disposição e garantir que o outro entenda sua boa intenção de escutá-lo sem questionar seus motivos ou testar sua paciência é necessário conquistar a confiança do outro. Quando você mostra boa intenção, as pessoas prontamente o recebem muito bem e retribuem, tornando o comprometimento recíproco e criando um vínculo de confiança.

Claro que praticar estes 5 minutos pessoalmente é melhor, no entanto dar a alguém 5 minutos utilizando o telefone, via chat ou Skype pode funcionar muito bem.

A parte do HÁBITO 

Uma vez que o o 5DM passa a ser hábito, você não pode mais falhar. Sua boa intenção em ouvir os outros se transforma em comprometimento, que é um força transformadora dentro da equipe.

O termo "diário" é para você, e você opta por dar à pessoas diferentes a cada dia, no entanto, uma vez que se tornou hábito, aqueles em seu círculo de relações vão saber que eles podem contar com esses seus 5 minutos. Quanto mais vezes você interage com as pessoas ao redor, mais amistoso e agradável se torna o ambiente.

Você não pode perder este hábito, porque com comprometimento e cumplicidade, sua equipe se torna mais motivada a trabalhar com você e superarão sempre as expectativas. Ouvir leva a cumplicidade, cumplicidade leva à confiança e relações de confiança levam a realizações surpreendentes.



Seguimos em frente.
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Plano nacional de banda larga prevê 60 milhões de conexões móveis

quinta-feira, 29 de outubro de 2009 comentários

Prazo final para entrega de contribuições das operadoras ficou para o dia 6
O Plano Nacional de Banda Larga vai prever, ao todo, 90 milhões de conexões até 2014 que estarão disponíveis a um valor máximo de R$ 30,00. Desse total, 30 milhões se referem aos acessos via rede de telefonia fixa e 60 milhões serão oferecidos pelas operadoras móveis. Esses números, até agora, são a parte que menos tem sido alterada na discussão de elaboração de uma minuta, com propostas das empresas, que será entregue ao Ministério das Comunicações. O prazo final para entrega de contribuições da iniciativa privada foi marcado para o dia 6 de novembro.
Hoje foi realizada mais uma reunião entre os representantes das operadoras, do Ministério das Comunicações e da Anatel para detalhar a modelagem possível para que o número previsto de conexões seja alcançado no prazo estabelecido e garanta a viabilidade econômica das empresas. Estão sendo feitos cálculos sobre a conjugação dos incentivos necessários e os investimentos da iniciativa privada. Sabe-se que elas necessitarão de R$ 17 bilhões adicionais para garantir a meta, além dos R$ 12 bilhões que devem investir no período para atender à demanda natural do mercado. Todas as alavancas possíveis, de redução tributária a utilização dos fundos setoriais, continuam em análise.
Para programar o esforço das empresas, será necessário fazer uma diferenciação dos investimentos das móveis e das fixas. As concessionárias de telefonia fixa, incluindo Embratel e suas coligadas, possuem um backbone terrestre já instalado e que terá expansões para atendimento da demanda. Já para as móveis, que ficarão responsáveis pelo dobro de conexões, a infraestrutura disponível garante apenas o suporte das ligações de voz e necessitarão combinar uso de redes existentes e novos investimentos.
O prazo com que está sendo elaborado pelo Minicom a proposta para o Plano Nacional de Banda Larga deixou de lado um ponto importante que deverá ser detalhado posteriormente, a oferta de computadores. Essa questão foi debatida preliminarmente mas a previsão é de que uma nova etapa de negociações mais na frente envolva não apenas os fabricantes de computadores como também as agências de financiamentos disponíveis.

Fonte: Telecomonline
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Google anuncia navegador e derruba empresas de GPS na bolsa

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A chegada de um sistema de navegação GPS para celulares com software doGoogle derrubou as ações dos fabricantes de GPS como TomTom e Garmin. O primeiro telefone celular que incorporará esta função é o modelo Droid daMotorola, que foi apresentado oficialmente hoje e funciona com o software Android do Google.

Os títulos de TomTom e Garmin desabaram com quedas de 17% e 20%, respectivamente. A TomTom, uma das fabricantes de navegadores GPS mais populares da Europa, reconheceu hoje que seus preços de venda foram 9% menores do que esperava.

O chamado Google Maps Navigation é uma ampliação do serviço de mapas Google Maps que proporciona direções com áudio ao condutor, uma função que tinha sido demandada por muitos usuários.

Por enquanto, o software só funciona em celulares equipado com Android como o Droid mas, segundo Vic Gundotra, vice-presidente de engenharia do Google, a firma espera poder oferecer o serviço em um futuro em outros telefones.

Ao contrário dos sistemas da TomTom ou Garmin, que podem custar até US$ 900 nos EUA, o Google Maps Navigation será totalmente de graça.

A TomTom dispõe também de uma aplicação para o telefone iPhone da Apple - aparelho que vem com o serviço Google Maps de série - mas seu preço é de US$ 99.

FONTE:  Terra
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Claro adiciona 1,79 milhão de clientes no trimestre

terça-feira, 27 de outubro de 2009 comentários
No terceiro trimestre de 2009, a Claro conquistou 1,792 milhão de novos clientes, chegando a 42,278 milhões de assinantes. O número de clientes avançou em 4,4% no trimestre e 18,5%, comparando com o mesmo período do ano anterior. A operadora ocupa a segunda colocação no ranking de clientes com 25,45% de participação.

O Arpu (receita média por usuário) caiu 10,1% na comparação anual, indo para 23 minutos. O MOU (média de minutos por usuário) caiu 15,2% na mesma comparação. João Cox, presidente da operadora, explica que isoladamente o Arpu do pós-pago cresce, de forma que a queda no Arpu do pré-pago é que puxa o indicador total para baixo. Já o Arpu do pré-pago caiu por causa de uma promoção lançada pela operadora em que o cliente ganha 30 minutos (em chamadas intrarrede ou para telefones fixos no mesmo código de área) a cada 1 minuto de chamada tarifada.

A receita líquida total da operadora foi de R$ 3,1 bilhões, o que representa um avanço de 4,6% em comparação com o terceiro trimestre do ano passado. A receita líquida de serviços cresceu 8,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada pela receita de serviços de valor agregado, que teve um crescimento de 66,1% ano a ano.

No acumulado do ano, a receita líquida total atingiu R$ 8,8 bilhões, com crescimento de 4,6% no período. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) chegou a R$ 2,1 bilhões. O EBITDA do trimestre foi de R$ 678 milhões e a margem EBITDA ficou em 22,0%, contra 22,8% no terceiro trimestre do ano passado.

FONTE: Teletime
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BI está em alta no Brasil, diz executivo da IBM

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Para o gerente da área de informação, mercado financeiro tem hoje maior demanda.
Por ANDREA GIARDINO, DA COMPUTERWORLD*
27 de outubro de 2009 - 19h30


Não foi à toa que a IBM desembolsou 5 bilhões de dólares para adquirir a Cognos em 2007. Hoje as ferramentas de Business Intelligence (BI) são o principal negócio da divisão de gerenciamento da informação. De acordo com Sergio Fortuna, gerente da área no Brasil, o grande desafio das companhias tem sido entender a parte de análise.

“O cliente quer focar no planejamento e entender o que vai fazer ante o planejado”, afirmou em entrevista dada àCOMPUTERWORLD durante evento da IBM, em Las Vegas. Entre os maiores mercados consumidores de BI , Fortuna destaca o financeiro, o de varejo e o de governo.

No caso de finanças, ele explica que a demanda deve-se ao novo sistema de truncagem de cheques, mecanismo de compensação de cheques baseado em informações transmitidas de forma eletrônica. Modelo que deve ser adotado a partir de 2010 pelos bancos brasileiros.

Com a bandeira do BI analítico, a IBM tenta se tornar um provedor completo de ferramentas na área de software, saindo à frente dos concorrentes. As aquisições, segundo Fortuna, apontam para uma estratégia voltada ao middleware. “Caminho que está dando certo”, afirmou.

Antes de anunciar a transação da Cognos, o gerente da IBM conta que a companhia não tinha produtos de BI em seu portfólio. “Passamos a ter maior abrangência e oferecer uma série de aplicações analíticas”, destacou Fortuna.

Tamanha foi a visão de complementar seu pacote de soluções que dos 12 bilhões de dólares investidos na área de software, 8 bilhões destinaram-se às operações de aquisição e o restante à integração das ferramentas adicionadas ao portfólio de soluções de software.
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