Achei legal, interessante e novo.

Huawei Completes a Circuit Switched Fallback Voice Call for LTE Networks

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 comentários
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IBM aposta em receita de $16 bi na área de analytics até 2015 - Negócios - COMPUTERWORLD

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China tenta exportar tecnologia 4G para África e América Latina

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011 comentários
China acredita que sua tecnologia de quarta geração (4G) se transformará em sucesso no mundo todo, especialmente em mercados em desenvolvimento como África e América Latina, segundo especialistas do setor citados no domingo (2) pelo jornal oficial "China Daily".
Esse tipo de tecnologia está sendo desenvolvido na China pela companhia estatal China Mobile, a maior do mundo em número de usuários, e pode conseguir uma velocidade de transmissão de dados de até 150 Mbytes por segundo.
De acordo com um engenheiro responsável da Academia Chinesa de Pesquisa em Telecomunicações, Chen Jinqiao, muitas operadoras de outros países entraram em contato com a China Mobile para manifestar seu desejo de adotar esta tecnologia.
Em sua maioria são operadoras africanas e latino-americanas, de países "que têm uma boa relação econômica e política com a China" e mercados que querem saltar diretamente da segunda para a quarta geração, destacou o especialista.
Um dos primeiros países que contará com a tecnologia será a Polônia, que anunciou o início da construção desta infraestrutura para o início deste ano.
Segundo Chen, em países desenvolvidos, no entanto, a implantação deste padrão de telecomunicações é mais difícil, "devido à dura concorrência de outras tecnologias 4G".
A China Mobile desenvolveu tecnologias 3G, mas estas não foram exportadas, já que outros sistemas, como o japonês WCDMA, mostraram qualidade superior.
Operadoras de telefonia chinesas (como a Huawei e a ZTE) e estrangeiras (como a Alcatel e a Ericsson) participam de testes da 4G chinesa, que por enquanto começou a ser utilizada de forma experimental em seis cidades da China.

FONTE: folha.com
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NSN to break with Huawei in TD-LTE

segunda-feira, 26 de julho de 2010 comentários
As Huawei's challenge to its western rivals mounts, the Chinese firm is finding itself increasingly in the firing line. Not only is it facing significant hurdles to major contracts from US and Indian authorities, but last week Motorola filed a lawsuit accusing it of stealing confidential information. And now, reports have surfaced that Nokia Siemens plans to break a joint development deal with Huawei for TD-LTE and go it alone.
Huawei has denied any involvement in a plan that lies at the heart of the legal challenge, which alleges that the Chinese vendor helped a group of former Motorola staff to steal information, and use it to set up their own company in competition with MOT. Last week, a modified lawsuit claimed that former employee Shao Wei Pan secretly reported to Ren Zhengfei, Huawei's founder and chairman, while he was working at the US firm.

According to the lawsuit, the former employees were working on a micro base station project and passed technical details to Huawei, then setting up their own company, Lemoko. "The complaint is groundless and utterly without merit. Huawei has no relationship with Lemoko, other than a reseller agreement," a spokesman told official news agency, China. "Huawei will vigorously defend itself against baseless allegations."
Huawei went on, with a veiled threat of countersuit. "As an active and significant player in global standards setting bodies, Huawei has great respect for the right of intellectual property holders, and will with equal vigor protect its own hard earned intellectual property rights," the company said. Some analysts speculated that the timing of the lawsuit was a tactic to try to put customers off switching allegiance to Huawei, especially in the US, amid the uncertainty of the sale of Motorola's wireless equipment business to Nokia Siemens.
NSN is also distancing itself from Huawei, according to its Greater China Region president, Zhang Zhiqiang. He said in a recent interview that the company would develop its own TD-LTE technology in future, which would end a long established joint venture with Huwaei, TD Tech, set up in 2005. TD-LTE is the standard largely created for China Mobile but also gaining acceptance for TDD spectrum elsewhere. Unlike NSN, Motorola has a headstart in this technology, thanks to its experience in another TDD standard, WiMAX, and runs China Mobile's showcase network at Shanghai Expo, along with Alcatel-Lucent. It is unclear what will happen to another alliance, that between Huawei and Motorola for W-CDMA, created when the US firm existed the W-CDMA business in its own right.
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Telecom Managed Services Are Transforming Carrier Business Models

quarta-feira, 12 de maio de 2010 comentários: 2




­Network operators are turning to managed services and outsourcing not only to reduce their operating costs but also to transform business models to compete more effectively, a trend that will continue growing, according to a new report from Pyramid Research.


The telecom managed services sector is entering its third phase of development, characterized by a greater focus by operators on how to adapt to the changing dynamics of the industry and position themselves better for future opportunities, notes Elizabeth Bramson-Boudreau, Analyst at Large and author of the report. "Drivers of third-phase outsourcing include network sharing and the emergence of over-the-top (OTT) applications, such as social networking, that can, if allowed, bypass operators almost entirely," says Bramson-Boudreau.

Widespread adoption of telecom managed services will change the telecom landscape significantly in the coming decade, Bramson-Boudreau notes. As more carriers offload bigger portions of their network operations to trusted partners, telco business models will shift away from simple service provisioning, she explains. "The operator of the past - with full control over all network functions, monopolist-style attitudes toward customer service, and slow delivery of new services - is unlikely to exist in the future," she adds.
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GVT entra este ano na TV paga

terça-feira, 2 de março de 2010 comentários
Presidente da Vivendi, dona da operadora brasileira, diz que serviço será lançado nos próximos meses

O mercado brasileiro de TV por assinatura contará em 2010 com um novo concorrente. Pouco mais de três meses depois de anunciar a aquisição da Global Village Telecom (GVT), o grupo francês de telecomunicações e produção de conteúdo digital Vivendi anunciou ao Estado que lançará nos próximos meses o primeiro pacote de TV da companhia, que até aqui se concentrava nos serviços de telefonia fixa e internet banda larga. Além de novos produtos, a multinacional planeja investir pesado na expansão da rede de fibra óptica pelo Brasil, aumentando o número de Estados em que opera.

A revelação foi feita pelo diretor-presidente do grupo, Jean-Bernard Lévy, em Paris, ao término de uma entrevista coletiva na qual foram divulgados os resultados operacionais do conglomerado de mídia em 2009. Falando sobre as estratégicas da companhia no Brasil, Lévy informou que a GVT terá duas frentes de investimentos para 2010. "Nossas prioridades para a GVT neste ano são duas: lançar novos produtos e expandir o alcance da rede", antecipou. Questionado sobre quais novos serviços previa, o executivo foi direto. "No que concerne a novos produtos, lançaremos o pacote de TV por assinatura da GVT, baseado em canais locais. Queremos completar a oferta de produtos."

Lévy, entretanto, evitou entrar em detalhes sobre datas, pacotes e seus preços. Questionado se a Vivendi pretendia implantar na GVT o mesmo modelo de serviços via internet ADSL, usado pelo grupo na França ? por intermédio de outra subsidiária, a SFR ?, ele foi evasivo. "Talvez. Mas não quero antecipar nada."

Na França, o pacote contempla internet de alta velocidade, com até 20 megabits de velocidade, telefone via ADSL, com ligações gratuitas para números fixos de 90 países, e TV em alta definição (HD). O pacote básico, que inclui 140 canais, além de outros 150 em opção, custa 29,90 por mês, preço também praticado pela concorrência.

No Brasil, a GVT já oferece serviços de telefonia fixa e internet por ADSL e, em acordo operacional, propõe TV por assinatura Sky com desconto. A criação de uma marca própria de TV por assinatura pela Vivendi-GVT no Brasil, porém, era uma questão de tempo. Isso porque a GVT usa no País as mesmas tecnologias que a SFR na França ? internet por ADSL e telefonia por VoiP (voz sobre protocolo de internet).

Além disso, a companhia tem know how no setor na Europa. A Vivendi é proprietária do grupo Canal+, especializado em TV paga, e conta com uma base de 10,2 milhões assinantes ? dentre 63 milhões de franceses. Entre os destaques da programação estão a emissora generalista Canal+, o canal de informação I-Télé e os canais de esporte (Canal+ Sport) e de filmes (CinéCinéma), todos em pay-per-view.

Como TV e internet estão conectadas, o pacote também oferece programas e filmes sob encomenda, um dos segmentos de mídia que mais cresce na Europa. Parte do conteúdo dos pacotes de TV é fornecido pelos estúdios americanos de cinema Universal, também propriedade do grupo Vivendi.

EXPANSÃO DA REDE

A segunda prioridade da Vivendi em 2010 é a ampliação da área de atuação no Brasil. O grupo vai investir este ano 250 milhões na operação brasileira. Hoje, de acordo com informações da própria empresa, a GVT está presente em 87 cidades das regiões Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste. No início de suas operações, em 2000, a empresa estava em 24 cidades. Segundo Jean-Bernard Lévy, a expansão contínua é um dos desafios da companhia. "A GVT nasceu na região Sul e vem se expandindo. Nosso objetivo é aumentar a rede e o número de Estados atendidos. Queremos chegar logo a São Paulo, por exemplo." Mas, indagado se esse desembarque se daria neste ano, Lévy descartou. "Não, não acontecerá em 2010."

O executivo também confirmou que a empresa deverá lançar na próxima semana uma oferta pública para a compra dos 14,3% de ações da GVT que permanecem nas mãos de acionistas minoritários. A proposta da Vivendi é adquirir 100% das ações e, a seguir, retirar a companhia da bolsa de valores.

Satisfeito com as perspectivas de crescimento da filial brasileira para 2010, de no mínimo 26%, Lévy afirma que a compra dos títulos da GVT pode não saciar o apetite da companhia por novas incorporações em países emergentes. "Observamos permanentemente e outras aquisições nos países emergentes podem vir a fazer sentido", assegurou. 


FONTE: O Estadão
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Frequência WiMax é liberada para operadoras móveis

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010 comentários

Anatel muda regulamento da radiofrequência de 3,5 GHz para entrada das prestadoras de celular. Ainda não há data para realização do leilão, previsto para acontecer até final de 2010.
As operadoras de celular poderão prover serviços pelas redes WiMax, usando a faixa de 3,5 GHz. Para isso, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mudou o regulamento da radiofrequência, autorizando sua exploração também pelas operadoras do Serviço Móvel Pessoal (SMP). A agência deve preparar um novo edital para licitação da frequência, previsto para ocorrer até o final de 2010.
A destinação dessa faixa para o SMP foi aprovada ontem (2/2) pelo Conselho Diretor da Anatel, que alterou as Condições de Uso da Faixa de Radiofrequências de 3,5 GHz. Pela Resolução 416, de 14 de outubro de 2005, as frequências de 3,4 MHz a 3,6 MHz estavam reservadas somente para a prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado Destinado ao Uso do Público em Geral (STFC) e do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).
Segundo a Anatel, as mudanças entrarão em consulta pública e depois será preparado um novo edital para venda das faixas de frequência. O leilão deverá ocorrer até o final do ano. De acordo com a agência, será necessário preparar um novo plano de negócio para exploração do serviço, já que a realidade atual do mercado está bem diferente de quando o regulamento foi elaborado, em 2005.
Com a alteração do regulamento, a Anatel espera destravar o WiMax no Brasil, com discussões que vêm ocorrendo desde 2006, quando o Ministério das Comunicações e a Anatel iniciaram uma batalha para implementação do serviço.
O leilão da Anatel realizado em 2006 foi questionado pelo Tribunal de Contas e cancelado. De lá para cá, o mercado ficou em compasso de espera pela liberação do serviço, que ainda não se sabe se poderá ser ofertado ainda este ano.
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Anatel muda regulamento para incluir operadoras de celular na tecnologia WiMAX

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RIO - O Conselhor Diretor da Anatel liberou para as operadoras de telefonia móvel a faixa de frequências de 3,5 GHz, correspondente à prestação de serviços WiMAX. A previsão é que a licitação da frequência se realize até o final do ano.

O objetivo da mudança é encorajar a adoção da tecnologia WiMAX no Brasil, que desde 2006 permanece com várias pendências, em especial pela batalha travada entre a Anatel e o Ministério das Comunicações pela implementação do serviço. A consequência desse embate foi o cancelamento do primeiro leilão conduzido pela Anatel naquele ano pelo Tribunal de Contas, deixando o mercado congelado à espera de uma decisão quanto à liberação do serviço.

Segundo o site "Computerworld", a Resolução 416 de 14 de outubro de 2005 reservava as frequências na faixa de 3,4 MHz a 3,6 MHz somente para a prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), destinado ao público em geral, e do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). Com a mudança no regulamento, a faixa específica de 3,5 GHz poderá ser usada também para fornecimento de Serviço Móvel Pessoal (SMP).

Antes da preparação do edital para venda das faixas de freqüência, as mudanças entrarão em consulta pública. No entanto, em função das mudanças ocorridas no mercado desde 2005, quando foi elaborada a primeira versão do regulamento, será necessário elaborar um novo "business plan" para exploração do serviço.

No panorama mundial, já existem 519 redes WiMAX em operação em 146 países, incluindo 95 redes implementadas por operadores móveis 2G. A aceleração da adoção da tecnologia fica patente pelo fato de que 112 das 519 implementações da tecnologia se deram só em 2009.

As redes WiMAX de maior sucesso no mundo são a russa Yota, com 250 mil usuários comerciais ativos e uma taxa de adesão diária de mais de 2,3 mil assinantes. Em 2010, a Yota espera adicionar um novo sistema telefônico GSM WiMAX Móvel com suporte para a VoIP nas suas redes. Outra história de sucesso é a da Clearwire (EUA, Irlanda, Bélgica, Espanha, Dinamarca e México), que atingiu mais de 500 mil assinantes.

Segundo o mapa mundial de implementações WiMAX, em www.wimaxmaps.org, a tecnologia no Brasil já está presente nos estados de RJ, SP, MG e GO, pelas empresas WKVE, Brasil Telecom, Telmex, TVA, Embratel, ACOM, Telesp, Neovia e Grupo Sinos.

FONTE: O Globo
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